“Alex Cross” | James Patterson

“Alex Cross” | James Patterson

Carta de Apresentação

James Patterson vende livros como uma padaria despacha pãezinhos acabados de sair do forno. A sua escrita, telegráfica, de poucos adornos e piscando o olho a capítulos curtos, impõe uma velocidade de leitura semelhante à que os pilotos de F1 atingem na recta de meta. “Alex Cross”, primeiro lançamento da Topseller – uma nova editora nacional que propõe plantar no leitor o bichinho da leitura compulsiva -, é um exemplo dessa escrita.

Estrela em ascensão na Polícia de Washington DC, Alex Cross é conhecido dos seus pares pela genialidade e capacidade de improviso, seja pelo sexto sentido que mostra em situações de tensão ou por se lembrar de coisas que, a maior parte das vezes, acabam por se revelar decisivas para o deslindar de um caso complicado.

Quando a sua mulher é assassinada, Alex Cross decide deixar as forças de segurança e regressar à vida de psicólogo e escritor de livros, dedicando mais tempo à família. Porém, quando Sampson, um antigo parceiro, lhe pede ajuda para apanhar um criminoso, Alex Cross não tem o “não” como hipótese. É que, por um acaso do destino, este caso poderá estar ligado ao assassinato da sua mulher. E Michael Sullivan, conhecido como O Carniceiro, é um desafio como poucos outros.

Repleto de acção, suspense e adrenalina, “Alex Cross” serve de carta de apresentação a um novo detective, dando-nos a conhecer parte do seu passado, os meandros obscuros que dominam a cidade de Washington – e também a de Nova Iorque – e alguns dos elementos com que irá trabalhar no futuro. Ficamos agora a aguardar pelo CV completo que, neste momento – e lá por fora -, vai já em 18 livros editados (na série “Alex Cross” esta edição corresponde ao 12.º livro).



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