14º Festival de Jazz do Porto

A Invicta recebe a excelência do Jazz mundial em Outubro.

De 25 de Setembro a 5 de Novembro, no Teatro Rivoli na Invicta, terá lugar o 14º Festival de Jazz do Porto, e a coisa promete. Já que estamos em Outubro, vamos referir apenas os concertos do mês, não esquecendo que o festival abriu com Bernardo Sasseti a solo mostrando o valor do jazz que se faz por cá.

Outubro começa em alta, com uma lenda do jazz subindo ao palco do Rivoli, no dia 2 pelas 22 horas (todos os concertos iniciam-se a esta hora). Andy Bey, em quarteto, revela uma experiência de mais de 50 anos no piano e na voz, um génio que desde muito cedo se revelou. As baladas de Bey vão encantar no Rivoli.

Dia 14 é dia de jazz português. Primeiro com DEP, um trio portuense de origens diversas, cujo primeiro álbum foi produzido por Mário Barreiros. Conta com a participação de Maria João, neste projecto recente, mas fascinante. Depois, com Nuno Ferreira em quinteto, apresentando uma peça inédita encomendada pelo festival. A criatividade portuguesa pela mão de um dos mais dedicados.

No dia seguinte, 15, Lee Konitz mostra-nos a magia do saxofone em noneto, dois dias depois do seu aniversário. É tempo de celebração, e 77 anos recheados de experiências musicais, como a participação no nascimento das Cool Sessions de Miles, serão mais do que suficientes para levar ao rubro o público do festival.

Dee Dee Bridgewater, no dia 16, traz tributos a Horace Silver e a Ella Fitzgerald (este último tendo-lhe valido dois Grammys), para além de si própria e da sua voz, que viajou da América para França para encontrar o devido reconhecimento. J’ai Deux amours, o mais recente álbum que traz ao festival, é uma homenagem à França que a acolheu e acreditou nela.

A 3 de Novembro, quarta-feira, Jacky Terrason, uma promessa de gigante do jazz, e que já foi sideman de Dee Dee, exibe o mais recente jazz francês com o piano como pano de fundo.

Finalmente, e a fechar, os Greg Osby Five, com Greg Osby (fundador da MBase-Collective) a liderar no saxofone, incansável na procura de novos caminhos e sonoridades para o jazz.



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