“A caligrafia toda bonita” | Barbara Esham, Mike e Carl Gordon

“A caligrafia toda bonita da Andreia Gomes” | Barbara Esham

Não importa como escreves, mas aquilo que consegues imaginar

Recomendada pela Parents` Choice Foundation, a colecção Geniozinhos (arteplural edições) diz ser «para os alunos brilhantes de todos os tipos, formas e feitios». Anteriormente, acompanhámos as histórias de um aluno muito esperto mas que congelava nos dias de teste – “O Último a Acabar – a história do rapaz mais esperto da aula de matemática” – e, também, a de um rapaz que, de tão agitado, jurava a pés juntos que tinha bicho-carpinteiro – “Professora, acho que tenho bicho-carpinteiro”. Agora, em “A caligrafia toda bonita de Andreia Gomes – texto de Barbara Esham e ilustrações de Mike e Carl Gordon -, o tema é o da caligrafia, coisa que, para muitas crianças, é um bicho-de-sete-cabeças.

É o caso da Carolina, que estava em pulgas para começar o segundo ano. Para além de aprender coisas novas, poderia agora brincar com o porquinho-da-índia da turma, o Frederico. O problema é que, para nele, há primeiro que terminar os exercícios de caligrafia e, ao contrário da Andreia Gomes que faz letras redondinhas e muito bem alinhadas, Carolina farta-se de escrevinhar e só lhe saem letras desordenadas e pouco elegantes.

Porém, como em algumas salas de aula deste mundo, Carolina tem uma professora muito perspicaz e atenta que lhe vai mostrar que, mais importante do que desenhar letras na perfeição – algo que se poderá fazer com muito treino -, será Carolina regar a sua imaginação, o que lhe permitirá escrever, certamente, histórias e aventuras fantásticas. E, isto, com ou sem letras redondas.



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