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A Rosa ou quem é a cabra?

As aventuras e desventuras de uma alfamense.

Rosa é uma mulher vivida. Passa por uma série de peripécias inacreditáveis, burlescas e tem a música sempre a acompanhá-la. A sua vida é cantada na voz de quatro seres femininos enchifrados e um saxofone, como se se tratasse de uma vida heróica. Com a nostalgia do “La Vie en Rose” e a hilaridade de uma vida errante e preenchida de devaneios, Rosa perde-se no seu carácter de apaixonada/criminosa, única/comum,

Convicta/sonhadora, clandestina/pertencente, … e na música que a retrata, que tem tantas variações como a sua personalidade: desde o Fado, passando pelo Tango, até ao Metal Gótico, com um percurso surpreendente, que conta com a participação de Simone de Oliveira em voz-off.

Tão misteriosa, hesitante, atractiva e feminista, como as qualidades das mulheres do signo Cabra, a Rosa distingue-se por não ter a pacificidade do signo mais tranquilo do Zodíaco Chinês, cuja vida acelerada e contada numa interpretação tão veloz, envolve-nos como se um animal ruminante, ousado e ágil nos desafiasse constantemente para conhecer a sua história.

Num cenário minimalista, quatro actrizes (Ana Lázaro, Rita Cruz, Rita Nunes, Sílvia Figueiredo) representam individual e singularmente uma sátira sobre o choro, o riso, as canções, a coreografia de gestos, fazem música e percorrem o palco, para apresentar o espectáculo cómico-musical no Café Concerto da Comuna, num serão íntimo e um ambiente algo dionisíaco, onde o público é obrigado à interacção, sem sair da sua mesa.



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