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Amadeos a rodos na Gulbenkian

Um dos pontos altos deste verão, patente a partir de 25 de Julho no CAM.

Os aniversários costumam conter em si uma boa dose de revisitação. E a 25 de Julho dar-se-á uma dupla revisitação no Centro de Arte Moderna (CAM) José de Azeredo Perdigão da Fundação Calouste Gulbenkian. Esta data marcará o 30º aniversário da inauguração do Centro – revisitação primeira; entre os actos festivos estará a inauguração da exposição Sob o Signo de Amadeo – revisitação segunda – onde Amadeo de Souza-Cardoso volta a centrar as atenções do CAM, tal como aconteceu na sua inauguração, em 1983, então com a exposição Amadeo de Souza-Cardoso. A primeira Descoberta de Portugal na Europa do Século XX.

Além do aspecto comemorativo, esta é uma oportunidade única para contemplar, de uma só vez, as criações de um dos nomes portugueses mais marcantes da pintura; estarão em exibição Amadeos a rodos, num total de 172 seleccionados de entre 198 obras.

(imagem: Clown Cavalo Salamandra, Amadeo Souza-Cardoso, 1911-1912; retirada de: http://www.artinconnu.com/2010/11/guest-post-amadeo-de-souza-cardoso-1887.html)

 

Debaixo do mesmo tecto estarão ainda expostas obras do Modernismo Português, bem como algumas das mais importantes obras do CAM que, normalmente, não estão em exibição. António Palolo, Ângelo de Sousa, são alguns destes nomes.

 

Um dos pontos altos deste verão, patente a partir de 25 de Julho no CAM.

 

 



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