42356361 – remote home control system on a digital tablet or phone.

Conheça os equipamentos para uma casa do futuro

Eficiência energética, saúde inteligente e robôs. O futuro está aí.

A possibilidade de controlar as luzes de uma casa via comandos de voz é já uma realidade. Mesmo que o sistema não esteja integrado originalmente na habitação, pode-se facilmente adquirir um assistente virtual (como, por exemplo, a popular Alexa da Amazon), conectá-lo online com outros aparelhos e controlá-los via instruções de voz partilhadas com o dispositivo inteligente.

Contudo, acredita-se que daqui a aproximadamente uma década passaremos do “simples” controlo por voz para uma total imersão na Internet das Coisas (também designada IoT, o acrónimo de “Internet of Things”).

Graças aos avanços da Inteligência Artificial e aos desenvolvimentos na área da robótica, as casas do futuro terão conhecimento detalhado sobre os seus ocupantes, evidenciando a habilidade de antecipar necessidades e preferências.

Os equipamentos eletrónicos terão mais autonomia e funcionalidades, possibilitando a realização de tarefas sem necessidade de intervenção humana.

Em particular, as casas do futuro serão capazes de recolher e de analisar um conjunto de dados sobre nós para que, com base nisso, possam atuar em prol de uma habitação mais económica, limpa, amiga do ambiente e com ocupantes saudáveis.

Para que fique a saber ao que nos referimos em termos práticos, seguem-se quatro exemplos de futuras tecnologias do lar cujo foco são as temáticas já referidas.

Tecnologia de eficiência energética

Futuramente, poderá ter um sistema de energia capaz de o avisar quando ultrapassar o seu orçamento mensal de eletricidade.

A empresa de software Powerhouse Dynamics, especializada em soluções de eficiência energética, lançou um sistema de gestão e de monitorização de energia, com base em dados recolhidos virtualmente.

A aplicação verifica a distribuição do consumo energético da casa, os custos associados e os níveis de emissão de carbono de cada equipamento. O aplicativo faz, ainda, recomendações sobre como e de que forma deve ser feito o uso da eletricidade no lar para conseguir ganhos ambientais e financeiros. 

Espera-se que nos anos que se avizinham, outros concorrentes surjam com sistemas similares e que as tecnologias de eficiência energética sejam comuns, acessíveis e estejam presentes na maioria das casas.

Aplicações de saúde inteligentes

As câmaras e os sensores integrados no frigorífico já são uma realidade. A finalidade da oferta atual é a gestão eficiente do inventário de alimentos que temos em casa, por modo a evitar o desperdício.

Contudo, os avanços tecnológicos prometem dar um papel mais importante ao frigorífico: a capacidade de fazer sugestões nutricionais baseadas na nossa alimentação e necessidades.

Alguns frigoríficos terão, também, um leitor de impressão digital capaz de medir estados de saúde, como a pressão arterial.

Numa lógica semelhante, prevê-se que os aparelhos de ar condicionado serão capazes de avaliar a temperatura do ocupante para efeitos de ajuste de temperatura e, quem sabe, igualmente para detetar uma eventual condição febril.

Robôs que cuidam do lar

Ainda estamos longe de um cenário no qual os robôs apresentam um aspeto e comportamento idênticos ao dos humanos. Contudo, no interior de uma casa comum, já os poderemos encontrar a agir autonomamente, e que tem ganho popularidade nos últimos anos.

No entanto, existem novidades nesta área: um recente protótipo, em desenvolvimento pela empresa americana Aeolus Robotics, quer ir mais longe do que um “simples” aspirador de chão. O objetivo é o lançamento de um robô capaz de pegar e de carregar objetos, arrumar e organizar uma divisão – memorizando qual o local certo para cada item e de que item se trata – e até de servir bebidas. Outras características deste robô são a capacidade de aprendizagem e de reconhecimento facial a partir de vários ângulos de visão. Com base em inteligência artificial, o ” Aeolus” sabe quem é cada um dos membros da família e respetivas preferências.

Investimento na casa do futuro

Para além das tecnologias acima referidas, outras novidades da inteligência artificial prometem ter impacto no mercado doméstico futuro, como é caso das máquinas que reagem ao nosso estado emocional e reproduzem sons relaxantes caso estejamos mais ansiosos.

Mesmo com a expetativa de que estes produtos venham a ter, eventualmente, um preço acessível no mercado, a verdade é que não se prevê que tal aconteça numa fase inicial de lançamento.

Contudo, se a vontade de viver numa casa mais económica, ecológica e potenciadora de bem-estar for muita, a espera não tem que ser longa. Atualmente, já existem soluções de crédito pessoal vantajosas, como o caso do Unibanco, que lhe concedem o valor monetário que necessita para investir em equipamento para ter a sua casa inteligente.

Por último, proteja-se

No futuro, todos os equipamentos da nossa casa estarão conectados virtualmente e, como tal, estarão sob o risco de ataque informático. Considerando que tais equipamentos inteligentes trabalharão com informação confidencial, recolhida através de sensores e câmaras, é fundamental garantir que também estes, à semelhança do seu atual computador e telemóvel, se encontram devidamente protegidos.



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