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Convites duplos – “Chorar e Secar”, de Fernando Villas Boas – Teatro Turim

Qual o valor do Cartão Teatro Turim?

2 CONVITES DUPLOS PARA “CHORAR E SECAR”, DE FERNANDO VILLAS BOAS, DIA 16 DE NOVEMBRO, EM CENA NO TEATRO TURIM (ÀS 21:30).

Galeria de Rui Freitas

Sinopse:

Duas mulheres belas e sensuais falam das suas vidas. No lugar onde se encontram, físico ou mental, matam o tempo. O público tem acesso aos bastidores de uma mascarada. Num ambiente entre o bordel e o circo elas exibem a sua sujeição a par do erotismo e bizarria do ser gémeo. Replicam a rotina entediada de uma vida dupla que se contenta em procurar a máscara certa.

Sobre:

A realidade ultrapassa a ficção. O intricado da envolvência entre a pessoa e o seu meio é inimitável. Portanto, não se pretende decalcar uma superfície, um contorno, não se quer construir uma realidade de cartão feita para um estúdio de televisão. Aspira-se sim a dar um vislumbre do jogo de ilusões daquilo a que chamamos real, onde se inclui o sonho. Com todo o seu mistério, estranheza, inesperado, incompreensível, surrealismo, propósito e despropósito, com toda a irritação da falta de sentido imediato, com todo o seu desencaixe e imprevisibilidade.

Não se sabe porque é que estão assim vestidas, onde e de quem é aquela sala, o que é que lá estão a fazer as duas. Mas elas estão lá, e vestem-se assim, e dizem o que dizem. E parece real e parede natural. Mas porquê ? Porquê, porquê, porquê.

Duas mulheres belas e sensuais falam das suas vidas. O que nos contam tem um contexto de hiper normalidade em que as coisas, os objectos, aquilo que possuem parece ter uma existência mais real que elas próprias ou que as suas relações. São mulheres de uma grande solidão. São mulheres magoadas. Lidam com isto de forma distinta. Uma com distanciamento crítico e indiferença construída, a outra, confusa e desarticulada, distribui conselhos e fórmulas de vida. São personagens patéticas capazes de nos provocar o riso e a lágrima.

As lágrimas que elas choraram já secaram. Mas a humidade ficou lá, por dentro. O som melancólico de uma tarde de chuva traz-nos a memória dessas dores mais vivas. Alastra, destruindo fachadas e confortos, esventrando superfícies. Devagar.

No lugar onde se encontram, físico ou mental, matam o tempo. O público tem acesso aos bastidores de uma mascarada. Num ambiente entre o bordel e o circo elas exibem a sua sujeição a par do erotismo e bizarria do ser gémeo. Replicam a rotina entediada de uma vida dupla que se contenta em procurar a máscara certa.

Regras:

– Os vencedores devem levantar os bilhetes no dia do espectáculo, entre as 20:30 e as 21:00, na bilheteira do Teatro Turim.
– O levantamento deve ser efectuado pelo próprio vencedor, o prémio é pessoal e intransmissível
– Devem enviar-nos os seguintes dados do vencedor: Nome, BI e Contacto Telefónico

FICHA ARTÍSTICA

Texto: Fernando Villas Boas
Encenação: Raquel Dias
Com: Anabela Moreira e Margarida Moreira

ESPECTÁCULOS

De 3 a 27 de Novembro de Quarta a Sábado às 21h30 Domingos às 17h00

A peça estará em cena até dia 27 de Novembro de 4ª a sábado às 21h30 e domingo às 16h



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