Da Chick

Da Chick

Para conhecer aqui. E para ver e ouvir dia 9 de Novembro, às 21 horas, na Baixa-Chiado PT Bluestation

“Let me introduce you to my side of the funk. Classy, nasty, messy, sassy and that’s how I began. I am a Freak, I’m Da Chick, and it is time for you to know me. Your mom will think I’m pretty and yes I’m pretty lovely”. É desta forma que Teresa de Sousa se apresenta em «Cocktail». E assenta-lhe que nem uma luva, mas nós queríamos saber ainda mais, por isso fomos perguntar, antes do concerto de dia 9 de Novembro, às 21 horas, na Baixa-Chiado PT Bluestation.

Começámos por perceber se a Teresa e a Da Chick são a mesma pessoa e a resposta não podia ser mais clara: “São quase a mesma pessoa. Costumo dizer que a Da Chick é mais extrovertida e agressiva, sem medos e quite nasty!”. A Da Chick é assim: frontal. Não lhe falta confiança e acredita em si própria. As oportunidades que surgem são encaradas de braços abertos e nunca vira a cara à luta. Percebemos isto ao ver vídeos, a ler entrevistas ou simplesmente a acompanhar os posts que são feitos nas redes sociais, e a própria concorda. “É totalmente assim. Este projecto continua a ir em frente exactamente por isso. Porque tenho amor e confiança naquilo que faço. Sei o que quero, onde quero ir e como o atingir. O importante é querer!”. É esta motivação que está na base do percurso da Da Chick, o que não quer dizer que o percurso tenha sido fácil e seguido sempre um plano, como a própria nos confidencia: “a criação da Da Chick em si, foi de algum modo precipitada e não muito pensada, na verdade. Eu comecei o projecto por ter feito uma música e ter havido algum bom feedback. A partir daí continuei a fazer música, a cantar e a ir percebendo o que de facto queria em termos de sonoridade”.

Ao escutarmos as canções da Da Chick, o que salta à vista em primeiro lugar, é a influência que o funk tem e a forma como é combinado com uma componente mais electrónica. São canções que encerram em si uma personalidade e são fáceis de identificar quando as ouvimos. Procurámos por isso perceber o que inspira a Da Chick: “o que me inspira são sobretudo momentos; o que estou a viver, ou o que sonhei, ou uma história e isso é audível no “Curly Mess”. Obviamente que oiço muito funk, soul e jazz, mas não só… e esse “não só” faz-me ver as coisas de outra perspectiva e misturá-las. Gosto muito de fazer diggin’ e descobrir coisas novas, para me manter fresh e criativa. Tenho tendência para fazer coisas sérias quando me sinto blue”.

Da Chick – Monsta from The Lunchbox Creations on Vimeo.

Recentemente juntou-se à família D.I.S.C.O.Texas, uma das labels nacionais que mais tem dado que falar nos últimos tempos e só por bons motivos. Foi aí que teve a “sorte de conhecer dois irmãos novos, Moullinex e Xinobi, que me ajudaram a produzir o “Curly Mess””, o EP de estreia.

As ideias para o álbum de estreia já devem existir mas quando lhe perguntamos quais são os planos, a resposta torna-se propositadamente vaga. “Lancei recentemente o meu primeiro EP, “Curly Mess”. O que virá a seguir será música boa, groovy e uma continuação da Da Chick. Quero explorar mais esta cena groovy, disco e trazer algo novo”. Fica no entanto a certeza de que “vai acontecer”.

Em palco a Da Chick divide-se entre os concertos em nome próprio e com a The Discotexas Band. “Na Da Chick canto as minhas músicas originais, uma cena groovy, one woman show! Na banda tocamos músicas da editora. O objectivo é quase apresentar o catálogo da D.I.S.C.O.Texas. Temos muita coisa por onde pegar, e só coisas boas, às quais damos o nosso toque disco rock de banda. É um prazer poder representar a editora e todos os artistas nela incluídos, nós damos o nosso melhor!”.

Para ver e ouvir dia 9 de Novembro, às 21 horas, na Baixa-Chiado PT Bluestation.



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