DKNY

A modernidade nova-iorquina viaja desde lá do fundo até aqui pertinho à Rua de Baixo. Uma marca arrojada, irreverente e com muita história.

cidade atrai as pessoas mais fascinantes e criativas do mundo e que estão constantemente em transformação

Donna Karan

É a partir de uma ideia tão simples como esta que Donna Karan cria a DKNY. Porque a cidade é o contrário de inércia, de estabilidade, de equilíbrio. Na cidade nada se perde, tudo se transforma, numa moderna adopção da velhinha lei de Lavoisier.

Num golpe de marketing e de querer atingir uma clientela jovem e ávida de roupa e acessórios modernos e urbanos, Donna Karan decidiu criar em 1989 a DKNY (Donna Karan New York), uma submarca bem mais acessível aos bolsos comuns (pelo menos nos E.U.A.) e que veio responder às necessidades dos mandatários da chamada contracultura.

Como inúmeros outros criadores, também Donna Karan, nascida em 1948, nasceu dentro do mundo da moda: o pai era dono de um armazém, a mãe modelo e representante de vendas de uma confecção e o seu padrasto também era participante activo na indústria da moda. Enquanto adolescente trabalhou com a estilista Liz Claiborne durante umas férias de Verão e mais tarde estudou desenho de moda na Parsons School of Design, em Nova Iorque. Depois de estagiar com Anne Klein, estilista de roupas desportivas, passou a assumir a direcção de arte da marca em 1974 com a morte de Anne.

Em 1984 abriu a sua empresa em parceria com o seu marido, o escultor Stephan Weiss. Sempre centrada na criação de roupa para as pessoas comuns, que nem sempre têm tempo para se arranjar ou corpo de modelos, foi ganhando espaço no mercado da moda até lançar em 1989 a DKNY.

As suas colecções têm, segundo a criadora, sempre raízes nas suas necessidades reais, fazendo roupa que tanto ela como a sua família gostem de usar. As suas mais recentes criações apostam numa fusão entre elementos retro e modernos, marcantes e acessíveis. A sua linha de calçado, a mais conhecida entre nós, tem modelos versáteis, funcionais e confortáveis. No entanto, a marca não é só calçado. Depois de se ter iniciado com saias e roupa de noite urbana, expandiu-se para os perfumes, eyewear, acessórios e mobília.

Em Portugal, são basicamente os ténis da marca o que mais se vende. Talvez porque, mesmo sendo uma marca que pretende ser acessível a jovens sem grande poder económico, os preços acabam por ser elevados para o português médio. Mas a exclusividade e o nome sempre se pagaram a peso de ouro…

Quanto às colecções de ténis da DKNY, é impossível ficar-se indiferente às suas linhas arrojadas, com fortes contrastes que jamais pensaríamos que pudessem funcionar em calçado. São verdadeiros “mixs” entre o sapato tradicional e a linha usual dos ténis que fazem com que os mesmos sejam uns verdadeiros 4×4 na vida urbana. Não interessa em que tipo de festa ou situação nos encontremos, os DKNY parecem-se adaptar-se ao meio ambiente.

Os principais representantes da marca por terras lusas são as lojas da Sneakers Delight, da PROF e a Fashion Clinic.



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