Holly Herndon e Ondness na ZDB – 30 de Março

Aparentemente antagónicos, a composição clássica e o techno partilham uma orgânica próxima que abre diversas possibilidades à coabitação. Neste sentido, editoras como a Touch ou a Rune Grammofon têm facultado um sem número de propostas, todas elas portadoras de um valor próprio. No caso de Holly Herndon, ex-Electrocute, foi na igualmente recomendável RNVG Intl. que lançou o ano passado Movement, uma obra poderosa que aborda a linguagem electroacústica e a experimentação vocal de um modo unificador.

Herndon cresceu rodeada do ensinamento clássico em redor de instrumentos como o piano ou a guitarra, até que uma ida para Berlim mudou definitivamente a forma como começou a observar, a sentir e a criar música. O computador, até então alheio à sua criação sonora, tornou-se o epicentro do seu trabalho. Todo um mundo de absoluto enlace entre ruído, batida e output emocional presentes no processo.

Partilhando o palco com uma vasta e luxuosa tropa onde se incluem Chris & Cosey, Nguzunguzu, Andy Stott ou Ignatz, a jovem norte-americana chega à ZDB numa altura de enorme entusiasmo e curiosidade sobre os seus passos futuros.



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