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“Homem de Aço”

É uma ave? É um avião? Não, é o Super-Homem ... outra vez!

No seu filme, Zack Snyder apresenta-nos um só homem, Henry Cavil, nos papéis de Kal-El e de Clark Kent, mais conhecido como Super-Homem.

Krypton é um planeta que nos é dado a conhecer como sendo, claramente, futurista e alienígena, e Kal-El um bebé que foi enviado pelos seus pais biológicos, Jor-El e Lara Lor-Van (Russell Crowe e Ayelet Zurer) de Krypton para a Terra, para sobreviver à destruição de Krypton e dar oportunidade aos kryptonianos de, mais tarde, renascer.

Os seus pais adoptivos, Jonathan e Martha Kent (Kevin Costner e Diane Lane), encontram-no numa espécie de cápsula gigante, na sua quinta, e recebem-no com todo o amor, apesar de se terem apercebido, imediatamente, que não estavam sozinhos no mundo. Ainda assim, mantiveram este segredo, por acreditarem que a humanidade não estava preparada para tal notícia.

Clark, por sua vez, começa a perceber, a pouco e pouco, que não fazia parte da Terra e, enquanto criança, sofre um doloroso processo de adaptação, tentando controlar os seus poderes e contrariar a tendência que tem para salvar o mundo. É uma conversa muito franca com o pai adoptivo, que lhe mostra a mini nave em que o encontraram e o incentiva a procurar os seus pais biológicos, a descobrir de onde veio e a desvendar o motivo pelo qual foi enviado para a Terra, que leva Clark à procura das suas origens, algo que faz já enquanto adulto.

Durante esta procura, depara-se com Lois Lane (Amy Adams), uma reconhecida jornalista do Daily Planet que, no cumprimento do seu dever, acaba por se magoar e, como não podia deixar de ser, é salva por Clark que, logo após, desaparece. Lois Lane tenta publicar um artigo sobre o estranhíssimo acontecimento que lhe sucedeu, mas não lhe permitem que o faça. Algo que não impede que ela procure incessantemente o homem que a salvou! Quando o encontra, acompanha-o na sua jornada e acaba por se tornar no seu grande amor.

O vilão da história (porque todas os filmes sobre super-heróis têm um vilão!) é o General Zod (Michael Shannon), que fora condenado juntamente com o seu maléfico exército – constituído, entre outros, por Faora-Ul (Antje Traue), a sua principal parceira aquando da guerra em Krypton e que a destruição do planeta libertou, levando-os a procurar vingança.

A luta entre o General Zod e o Super-Homem faz lembrar, um pouco, a teoria Darwinista aplicada aos kryptonianos e à espécie humana, pois, no fundo, apenas sobreviverá o mais forte, uma vez que Zod não aceita a convivência entre humanos e kryptonianos no planeta Terra. Adivinhem só quem ganha…

Trata-se de um filme de acção que está repleto de momentos ternurentos, que enriquecem o filme. Todavia, não é um filme original, pois limita-se a reforçar a ideia que já todos temos do que é um super-herói, do que é o Super-Homem, exactamente nos mesmos padrões que já conhecemos.

O mais interessante, acaba por ser a luta de Clark para conseguir a confiança dos seres humanos e a demonstração de que nem tudo o que é diferente é, necessariamente, mau.

Um filme particularmente apelativo para o público feminino, tendo em conta que Henry Calvin nos demonstra a sua faceta mais atraente (acreditem no que vos digo!).



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