James Holden

Ecletismo @ the controls - Lux, 12 de Outubro.

Na quinta-feira, dia 12, o Lux vai receber James Holden, o boss da Border Comunity onde figuram nomes como Nathan Fake que este ano já passou pelo clube de Santa Apolónia, Fairmont aka Jake Fairley que ainda a semana passada actuou no OpArt e Via Latina em Coimbra, Extrawelt, M.F.A. entre outros.

Com apenas 26 anos de idade James Holden já passou por editoras como Silver Planet Recordings, Resist Music e EQ (grey) para não estar a enumerar a milhentas produções/remixes que fez para outras, produzindo nomes como Sasha Trabalhou também com Julie Thompson um vocalista editando em nome de Holden and Thompson “Nothing” que foi “capturado” pela mítica editora britânica de House “Loaded”, esta malha foi divulgada não passou despercebida a Tiesto que fazia questão de inclui-la no seus sets, “Come to me” também produzida por esta dupla e editado pela Cottage Industries.

Desde muito cedo James teve a música ligada a si, frequentou aulas de violino e piano e foi justamente nelas que descobriu o seu fascínio pelas maravilhas do sequenciador. A partir desta altura começou a criar e gravar musicas para o seu PC enquanto tirava o curso de Matemática na Universidade de Oxford. Foi durante este período universitário de Holden que se tornou num produtor de musica conhecido por todo mundo com o lançamento de “Horizons”, criado num computador básico com o software Buzz, uma aplicação freeware. Peter Tong incluiu esta produção no seu “Peter Tong´s Essencial” o que permitiu uma visibilidade para todo mundo do trabalho que estava a ser iniciado por Holden, á bem pouco tempo este faixa entrou para o MIXMAG TOP 100 das musicas de dança de todos os tempos.

O seu primeiro LP foi lançado em 2001 pela Silver Recordings com o irónico nome de “Fear of a Silver Planet”, em 2003 lança pela EQ (grey) o “At the Controls” onde deambula pelos suas múltipla vertentes musicais passando pelo house,  electro e o techno. Já este ano lança pela Resist, “Balance”, que tal como o nome indica faz um balanço das faixas que passaram nos últimos anos por si, entram neste disco artistas da Border Community como Petter, Nathan Fake (com o épico Outhouse) e Jake Fairley e outros nomes com Meta 83 e Gill Norris mesmo uma faixa editada por si “Wheel”.

Nos últimos seis anos, Holden, com as suas produções, remixes, colaborações e principalmente com a sua “Border Community” afirmou-se como uma figura incontornável da musica de dança, conseguindo rapidamente um estatuto que outros demoram décadas a conseguir. Aos 23 anos já Holden tinha residência em clubs como Passion por “terras de sua majestade” e Kremlin na Alemanha.

James Holden e daqueles Dj´s impossíveis de prever como será o seu set, tem a capacidade de criar sets que vão desde minimal ao progressivo, muitos deles são na sua vertente mais conhecida, o house (ou pixie-trance como alguns lhe chamam), podendo também andar por caminhos do electro e mesmo roçar o techno. Versatilidade é algo que não falta neste artista mas o seu ponto forte é mesmo a sua enorme criatividade tanto como produtor como DJ. Fica a dica, “James Holden –  Border Community presents Samurai”, um set pela Border Comunity para perceberem do que estamos a falar.

Uma especial atenção à sua editora, a Border Community umas das novas coqueluches da música de dança que cada nova edição que lança parece que tem selo de boa qualidade.

Dia 12 de Outubro a não perder na discoteca de Santa Apolónia, James Holden at the Controls!



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