John Cale

Apresenta acetatos em Portugal

Como se define um homem como John Cale? Como se define um dos maiores ícones da música underground, um dos percursores do experimentalismo, mentor dos psicadélicos Velvet Underground, produtor de álbuns históricos como “Horses” de Patti Smith e co-criador de um dos mais geniais discos pop e sempre, “Wrong Way Up”, ao lado de Brian Eno? Para estas pessoas  existe apenas uma palavra para as definir: génio.

John Cale é um génio!

Depois dos Velvet Underground e para além das colaborações com gente distina como Nick Drake ou Kevin Ayers, embarcou por uma carreira a solo respeitável, que prima pelo percurso inconstante e nada ecléctico.

O próximo capítulo dessa carreira chama-se Black Acetato e estará nos escaparates no dia 7 de Outubro. Portugal, mais propriamente o Centro Cultural de Belém, em Lisboa, receberá a visita do músico galês dois dias antes, concerto que servirá de antevisão ao novo disco.

Não será fácil saber o que esperar de John Cale, músico que nos habituou a um registo bastante particular, uma amálgama entre o rock clássico e mais convencional e o experimentalismo mais avant-garde.

A experiência como produtor de Patti Smith ou dos Stooges valeram-lhe por vezes o epíteto de padrinho do punk, mas John Cale já demonstrou capacidades no universo pop (ao lado de Brian Eno, por exemplo) ou no universo rock (com os Velvet Underground, por exemplo). Também já lhe chamaram nomes piores por degolar aves em palco.

A catalogação é impossível. Passa apenas por uma palavra: genialidade. E dia 5 de Outubro o Centro Cultural de Belém serivrá para o comprovar mais uma vez.



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