Lux | 16 Março | Green Ray 2012 Lux Curated by Erol Alkan

No próximo Green Ray/Lux Curated by de 2012, a decorrer em 16 de Março, carta branca a Erol Alkan para programar o Lux.

Disco 3000, Mustapha 3000, Kurtis Rush, Beyond The Wyzards Sleeve… Erol Alkan é todas estas personalidades e mais. É também o homem que fundou o clube Trash (encerrou em 2007), por onde passaram, em fase muito precoce, protagonistas da última década como Peaches, LCD Soundsystem, Klaxons ou Bloc Party. Esteve e continua a ser associado à cena electroclash, ao indiedance, mas escapa a todos os rótulos.

Teria sido fácil agarrar na fórmula do mashup de “Can’t Get You Out Of My Head” de Kylie Minogue com “Blue Monday” dos New Order e aplicá-la até ao infinito, mas Erol Alkan não é assim tão previsível e por isso continua a ser influente. É o curador desta noite Green Ray e escolhe os artistas que mais o estimulam.

Entre heróis de sempre e promessas para o futuro, propõe uma noite para expandir os horizontes – Desde o histórico Andrew Weatherall, conhecido pelo seu trabalho com os Primal Scream até Rory Phillips e stopmakingme, dois dos Djs mais importantes da actual cena Londrina. A noite inicia-se com um concerto de Joakim.

O Green Ray Lux Curated by Erol Alkan é um festival patrocinado pela Heineken inédito e irrepetível que dura uma só noite.

Joakim (em concerto)

Criador de um som electrónico eclético e único, Joakim move-se por vários géneros e tendências da música contemporânea. Os seus álbuns são verdadeiras aventuras que reúnem traços do passado e ecos do futuro.

Conhecido pela ubiquidade do seu trabalho, este músico de formação clássica, trabalhou na Tigersushi Records, editora francesa por onde passou Ivan Smagghe e remisturou Cut Copy e Annie.

É admirado pelos seus pares pela qualidade e originalidade da sua música, surgindo a Erol Alkan como a escolha natural para o concerto do seu Lux Curated by.

Quem ouvir com atenção, chega à conclusão que nunca ouviu nada assim. – http://www.youtube.com/watch?v=5Z-qmm3rcas

Andrew Weatherall

O mínimo que se pode dizer sobre Andrew Weatherall é que é um dos Djs e produtores mais influentes dos últimos 20 anos. Elevou os Primal Scream de revivalistas psicadélicos a inovadores acid house. Infectou as pistas de dança com dub e electrónica experimental nos Sabres of Paradise e Two Lone Swordsmen. Remisturou Bjork e New Order e ao longo dos anos mostrou-nos pérolas de punk funk, rock psicadélico, krautrock, rockabilly, reggae, disco ou proto house e techno. A sua colecção de discos e militância na divulgação musical deu origem a uma campanha na internet para que ficasse com o horário de John Peel na Radio One. Weatherall preferiu fazer um programa mensal para garantir que passava apenas musica verdadeiramente especial. Ficamos sempre mais ricos depois de ouvi-lo tocar.

Rory Phillips

Rory Phillips foi um dos residentes do Trash e nessas míticas noites mostrou ter uma capacidade única para detectar a next big thing, testando antes de toda a gente os futuros hits. O seu dedo mágico para escolher discos infalíveis manifestou-se também nas festas Our Disco e continuou nas DURRR, por onde passaram XX, Boys Noize, Aeroplane ou The Magician. Tocar os discos dos outros continua a ser a sua arte, mas tem vindo a empenhar-se na produção própria e já remisturou Digitalism, Munk, Scissor Sisters ou New Young Pony Club, entre outros. É um dos homens de confiança de Erol Alkan e promete fazer valer os todos seus créditos nesta noite Green Ray. Festa é a palavra chave.

Stopmakingme
O verdadeiro nome é Daniel Avery, mas escolheu chamar-se stopmakingme porque gostou de uma frase de Nancy Wang em “Ny Excuse” dos Soulwax (“stop making me then”). Apesar do nome potencialmente infeliz, tem reunido elogios de alguns dos personagens mais respeitáveis, Erol Alkan e Andrew Weatherall incluídos. Dan Avery é um dos jovens protagonistas da cena britânica. Como Dj e produtor encontrou uma forma de expressão particular, que descende da cena de dança oldschooll (disco, electro, house, techno…) e da cena rave dos anos 90 mas encontra um caminho próprio. Talvez se explique pelas influências que confessa: Marretas e Marilyn Manson, Underworld e Chemical Brothers, mas também música para filmes, Murakami e sabe-se lá que mais. Remisturou Hercules and Love Affair, In Flagranti, Death From Above 1979, é residente do Fabric e estratega das noites Kill em All. Stopmakingme é especial.

Gunrose

DJ residente do Lux. É uma das facetas mais perversas de Nuno Rosa (Dezperados e Pinkboy). Sob este nome, assume um som mais visceral, tanto na música que produz, como enquanto DJ. Em terrenos de 4 por 4, com o volume máximo, é movido pelo Techno, House, Electro, servidos num modo progressivo e tenso para um público acelerado e pronto para dar a vida na pista.

4, com o volume máximo, é movido pelo Techno, House, Electro, servidos num modo progressivo e tenso para um público acelerado e pronto para dar a vida na pista.



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