Máquina — Cultura do Processo

Na Plataforma Revólver de 29/9 a 15/10.

Sinopse: Reflexão sobre a “Máquina” enquanto metáfora de coisa que transforma uma coisa noutra coisa. “Máquina — Cultura do Processo” é um projecto sobre o projecto. Desenvolve-se em torno de si mesmo. É a diferença entre uma abordagem científica do Projecto e uma abordagem auto-performática de tipo artística. Tem como fim reflectir sobre o futuro do Projecto e a Cultura do Processo. Porque cada projecto está inserido em contextos únicos de recursos, tipologias, história, identidade, autoria, natureza, função, produção, implementação, tecnologia, prazos, mercados, públicos. E porque actua em cenários complexos e em constante mutação, a metodologia do design, de análise e de trabalho, não pode permanecer invariável ou estática, tem que ser dinâmica, adaptada, repensada, reinventada. Respeitar a doutrina é também pô-la em causa.

Descrição
Instalação (Vídeo) e Exposição (Fotografia, Som). Registo do processo de produção do Jornal diário “Público” do dia 4/11/2011. O Jornal. A Máquina Rotativa. O Mecanismo. Os Bastidores. Utilidade. Trabalho. Valor.

Autoria / Organização
O GBNT (GABINETE) actua nas áreas do Design Gráfico, Produto e Vídeo. É dirigido por Paula Dona, Vasco Ferraz e Miguel Chichorro. Existe desde 2007. É em Lisboa. Para o projecto “Máquina — Cultura do Processo” contou com a colaboração de Emanuele Zamponi (Studio Love Eman) na Fotografia e com Nuno Silva (Sounds Real Productions) no Som.



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