Matthew Herbert

Ao vivo, na Casa da Música, dia 8 de Julho para apresentar o novo disco, "Plat du Jour".

Matthew Herbert vem à Casa da Música no Porto, no dia 8 de Julho, para apresentar o trabalho “Plat du Jour”. Será uma oportunidade para assistir a um dos espectáculos do DJ e produtor britânico.

Estudou Drama na Exeter University, onde começou por fazer música a partir de garrafas ou jarras. O objectivo era servir de banda sonora das suas peças. Rapidamente, deixou o teatro para viver única e exclusivamente da música. Foi um dos pioneiros no uso de sons do quotidiano e do ambiente.

Matthew Herbert, também conhecido por Radio Boy, Wishmountain e Doctor Rockit, começou a editar discos a solo, ou com a sua Big Band composta por 16 músicos de jazz ingleses, em 1996. Os primeiros EP’s foram: Wishmountain’s radio, Doctor Rockit’s Ready to Rockit e Herbert’s Part One. Em pouco mais de quatro anos, Herbert lançou 25 singles e quatro álbuns.

Actualmente tem a sua própria editora, a Accidental Records.

Em 2000 publicou o manifesto artístico PCCOM, onde proclamou o desprezo pelas baterias electrónicas e pelos sintetizadores.

Começou com música para pista de dança, misturas de house e electro, sempre com a influência do jazz. Mais tarde passou a usar a música para a política: é um crítico acérrimo da globalização, do capitalismo selvagem e da guerra. No álbum “The Mechanics of Destruction” tem temas como “Nike”, “Hollywood”, “Coca cola” e “Rupert Murdoch”, onde Herbert regista a sua raiva.

Durante a Guerra do Iraque, atacou o primeiro-ministro britânico Tony Blair em duas projecções de vídeo e a imprensa americana ao distribuir cópias do “USA Today” para serem rasgadas pela banda, tendo usado o som num dos seus discos.
O álbum “Goodbye Swingtime” (2003) pretendeu ser uma crítica à Guerra no Iraque, enquanto o disco “Plat du Jour” (2004) visa criticar os hábitos alimentares e a política de distribuição de comida.

Como DJ já participou nos grandes festivais de música mundiais, como The Montreux, Tokyo’s Blue Note, Sonar, Glastonbury e o Hollywood Bowl. Já trabalhou com a Bjork, Moloko, R.E.M., Perry Farrel, Serge Gainsbourg, Yoko Ono, John Cale, The Avalanches e Cornelius. Serão razões suficientes para vê-lo ao vivo?

Dia 8 de Julho, sexta-feira, na Casa da Música, no Porto.



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