Porto Editora 2016

Novidades Porto Editora

Um Semestre com muitos e bons livros

Mais de 90 livros, distribuídos por sete chancelas. Foram muitas as novidades que a Porto Editora deu recentemente a conhecer no Museu Geológico em Lisboa, e que contou, como habitualmente, com a presença de Manuel Valente, responsável da área de Literatura do grupo e uma das maiores referências no mercado editorial português, assim como de Vasco David (Assírio & Alvim), Cláudia Gomes (Porto Editora), São José Sousa (Livros do Brasil), João Rodrigues (Sextante), Sandra Lopes (Literatura infantil) e Vítor Gonçalves (Coolbooks).

Assim, até junho, vão ser muitos os títulos que a Porto Editora vai colocar no mercado e que vão fazer as delícias dos ávidos leitores portugueses.

Já em janeiro, destacamos “Mundo do Fim do Mundo” (Porto Editora), obra mais recente de Luís Sepúlveda, “País Possível” (Assírio & Alvim), de Ruy Belo, bem como “A Cidade” (Livros do Brasil) de William Faulkner.

Fevereiro será um mês especial para os autores de língua portuguesa com destaque para dois livros: “A Poeira que Cai sobre a Terra e Outras Histórias de Jaime Ramos” (Porto Editora), que traz de volta Francisco José Viegas ao universo do policial, e “A Sala Magenta” (Porto Editora), novo romance de Mário de Carvalho que, desta vez, se centra na paixão, luxúria e erotismo.

Ainda em mês de Carnaval salientam-se mais alguns livros. “O Sexo Inútil” (Sextante) de Ana Zanatti faz uma reflexão entre a homossexualidade, liberdade e tolerância, enquanto “Curiosidades do Vaticano” (Porto Editora), é um livro póstumo de Luís Miguel Rocha. No campo da poesia, “Vem à quinta-feira” (Assírio & Alvim), de Filipa Leal, fala-nos dos problemas e sobressaltos de uma geração.

Março começa com dois livros que os fãs de thriller e policial não vão querer perder. Falamos de “Stalker” (Porto Editora), nova aventura da dupla sueca Lars Kepler, e “Os Deuses da Culpa” de Michael Connley, nome que tem despertado muita atenção sendo já uma referência para gente como Stephen King.

Também Ernest Hemingway vai ser uma das apostas da editora em março com dois títulos: “Por Quem os Sinos Dobram” e “As Torrentes da Primavera seguido de Um Gato à Chuva e Outros Contos”. Ambos os livros são da responsabilidade da Livros do Brasil. Outros nomes em relevo são Sophia de Mello Breyner Andresen e Stefan Zweig. Da escritora portuguesa recuperam-se “Ilhas” e “Musa / O Búzio de Cós e Outros Poemas”, e “Montaigne” é a obra escolhida do autor austríaco. Assírio & Alvim é a chancela responsável em ambos os casos.

Em abril chega um dos livros mais aguardados do semestre. Trata-se de “Francamente, Frank” (Porto Editora), obra de Richard Ford que ainda há um par de anos nos presenteou o muito aclamado pela crítica “Canada”. “Eve e os Caos” (5 sentidos), de Sylvia Day, “Histórias curtas” (Sextante Editora), de Rubem Fonseca, e “Bisonte” (Assírio & Alvim), de Daniel Jonas, prometem também ser boas referências.

“O Cão Que Comia a Chuva” (Porto Editora), de Richard Zimler e Júlio Pomar, é o livro que abre as apostas de maio da Porto Editora. Trata-se da primeira obra do escritor norte-americano escrita diretamente em português, conta com ilustrações de Júlio Pomar e é sinónimo de mais de mil páginas.

Rosa Montero com “O Peso do Coração”, “Geek Girl – Agora sou chique”, de Holly Samle, e “Henderson’s Boys – Batalha Final”, de Robert Muchamore, são outros motivos de interesse com marca Porto Editora.

No que toca a clássicos, maio é também um mês bastante fértil. “A Peste” (Livros do Brasil), de Albert Camus, e “Contos Escolhidos de Fernando Pessoa” (Assírio & Alvim) são algum dos exemplos de que a boa literatura não tem idade, credo ou nacionalidade.

E chegamos a junho, mês de os escaparates receberem exemplares de “A Guitarra Azul” (Porto Editora), de John Banville, “Viagens com o Charley (Livros do Brasil), de John Steinbeck, ou “Estranha forma de Vida” (Assírio & Alvim), de Enrique Villa-Matas.

Quanto à literatura infantil, esperam-se, ainda este mês, boas surpresas com dois títulos de Maria Alberta Menéres: “Ulisses” e “À Beira do Lago dos Encantos”, enquanto março reserva-nos “Oh, não! Adotei um elefante!” do britânico David Williams.

Do catálogo da Coolbocks, regista-se, em fevereiro, a edição de “O último encore”, de Paulo Costa, “O pentagrama de Otz”, de Tomás Borges de Castro em março. Em maio, a atenção recai em “O mistério das pedras encantadas” de Ana Nunes, e “Pontos de não-retorno” de Carlos Soares.



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