O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS

O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos

A viagem de Bilbo Baggins chega ao fim...

Nota: Este artigo inclui SPOILERS

Peter Jackson chegou ao fim. Foram seis filmes dedicados ao universo criado por Tolkien, seis fllmes onde Jackson nos levou numa extraordinária viagem pela Terra Média.

“The Hobbit: a batalha dos cinco exércitos” é, sem dúvida, o filme mais ambicioso do realizador nesta aventura de Bilbo Baggins. Este é o derradeiro filme que faz a ponte entre a trilogia Senhor dos Anéis e O Hobbit, dois universos, duas histórias que aqui se interligam.

Para quem viu os primeiros dois filmes desta saga, este último filme começa exactamente na continuação do anterior: quando Smaug destrói a Cidade do Lago. Uma sequência fantástica, com imagens fabulosas, e que nos mostram as consequências das acções de Thorin. Mas além da destruição destas imagens, Jackson também incluiu alguma comédia com as personagens de Alfrid e o seu mestre.

Com uma cidade em chamas, é Bard (o agora héroi da cidade) que vence o dragão, tornando-se num líder. E é esta morte que vai mudar tudo.A notícia da morte de Smaug espalha-se pela Terra Média, atraindo vários exércitos que querem reclamar o tesouro que se encontra em Erebor, anteriormente protegido por Smaug. Anões, elfos, orcs. O tesouro aparentemente pertence a todos. Em Erebor, Thorin auto denomina-se o Rei da Montanha e começa a mostrar sinais da “Dragon Sickness”, uma doença que levou à loucura um dos seus antepassado. É esta obsessão pelo ouro que faz com que Thorin decida ir para guerra, tudo para impedir a entrada de qualquer um, tudo para impedir o roubo de uma única moeda deste tesouro.

Será a personagem de Bilbo Baggins, aconselhado e acompanhado por Gandalf (aqui, ainda o Cinzento), que tentará impedir uma maior guerra. E é em grande parte o que este filme é: uma guerra. Uma grande guerra com muitas frentes, com muitas personagens.

O filme perde muito em 3D. Existem alturas onde é mais fácil tirar os óculos e ver o filme em 2D, as cenas são muito complexas e a imagem como um todo perde-se na confusão da terceira realidade.

Este é um filme onde muitas personagens aparecem e desaparecem, sem grandes explicações de quem são ou para onde vão, e que nos deixam a querer saber mais (para onde foi a Tauriel?). Martin Freeman é, mais uma vez, excelente como Bilbo Baggins, e lidera um elenco exepcional.

Este é um filme digno de terminar a trilogia The Hobbit, o melhor dos três.

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