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O que têm os Dirty Projectors?

Aviso: O texto que se segue tem um objectivo simples. Despertar curiosidade naqueles que ainda não conhecem os Dirty Projectors, e reacção naqueles que já os conhecem.

Brooklyn. Para uns é apenas um bairro de Nova Iorque. Para outros é a Meca actual da corrente de música mais indie. É também a casa dos Dirty Projectors.

Os Dirty Projectors são uma banda peculiar, dinâmica, em contante mutação, senão vejamos o seguinte. Desde a sua formação, em 2002, que são muitos (muitos mesmo!) os elementos que colaboraram ou colaboram com a banda. Uma visita ao MySpace da banda pode satisfazer uma eventual curiosidade. Entre álbuns e EPs contam-se 9 edições. Nem as editoras escapam. Até à data foram 5. A mais recente é a britânica Domino Records.

Actualmente os Dirty Projectors contam com 6 elementos: Nat Baldwin, Amber Coffman, Angel Deradoorian, Haley Deklei e Brian Mcomber. Se estão atentos enquanto lêem estas linhas, reparam com certeza que na frase anterior apenas referi 5 nomes. Foi propositado, confesso. Falta um elemento mas lá chegaremos.

“Highlights From The Getty Address”, de 2006, teve por base a cultura Azteca. Já “Rise Above”, de 2007, foi uma reintrepretação de “Damaged”, álbum dos Black Flag, com a pequena particularidade de ter sido feita de memória(!). À primeira vista não parece haver absolutamente nada em comum. Analise-se novamente. Dêem-se uns passos atrás para se ter uma melhor visão da obra (boa ou má não é isso que está em discussão) dos Dirty Projectors. Existe algo em comum. O conceito subjacente a cada uma. Cada uma das obras foi construída em torno de algo, uma ideia.

É importante compreender os Dirty Projectors e, em especial, o seu cérebro (ou coração se preferirem). O cérebro (ou coração se preferirem) dos Dirty Projectors dá pelo nome de Dave Longstreth.

“Bitte Orca”, o álbum mais recente da sua discografia e que os colocou nas bocas de uma imensa minoria, não tem esse conceito. Ou pelo menos não se encontra assim tão claro. Será que existe? Nem o estilo, género ou lá como lhe quiserem chamar, é claro. Há 1, 2, 3, bem… bastantes. Há nove canções e cada uma tenta valer por si mesma. Para terminar, fica a sugestão: se já ouviram “Bitte Orca” sintam-se à vontade para opinar. Caso contrário, procurem ouvir o álbum e, depois sim, opinem.



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