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O regresso ao futuro do Super Bock em Stock.

O Super Bock em Stock retoma em 2018 a sua designação original, após alguns anos como Mexefest, mas manterá o seu figurino tradicional ao longo dos dias 23 e 24 de Novembro. A nível de salas sublinha-se o regresso do Maxime, e a entrada do Palácio da Independência, ao passo que o Palácio Foz sai do roteiro. O Coliseu dos Recreios, ou sala Super Bock se preferirem, servirá novamente como palco maior do festival. Ali brilhará a veterania sempre refrescante de Johnny Marr, trazendo na algibeira o recente “Call the Comet”, o groove interminável dos Jungle, o psicadelismo dos Still Corners, ou o experimentalismo pop ilimitado das U.S. Girls. Mas teremos também artistas nacionais no palco principal do renovado Super Bock em Stock, com uns Capitão Fausto ansiosos para mostrar as suas novas invenções sónicas, e um Manuel Fúria acompanhado de náufragos de nomeada, como Samuel Úria ou Márcia, entre outros.

O hip-hop conquistou merecidamente o direito de continuar a fazer do Capitólio a sua fortaleza, numa programação inteiramente dedicada ao género. Valores como o sul-africano Masego, ou o irlandês Rejjie Snow atrairão as atenções, mas há muito mais para apreciar, incluindo a curadoria da Ciência Rítmica Avançada. Na sala Manoel de Oliveira, em pleno cinema São Jorge, por seu turno, será destilada pop frágil do mais elevado calibre, com especial destaque para The Saxophones e Natalie Prass. Mais acima, no Teatro Tivoli BBVA, dominarão jovens talentos de culto, como o inovador Conan Osiris, ou a voz d’O Terno, Tim Bernardes, enquanto Primeira Dama convoca mais uma vez a mítica Lena d’Água para mais uma sessão coadjuvada pela Banda Xita.

Das propostas apresentados pela sala Rádio SBSR, que assentará arraiais na Estação Ferroviária do Rossio, destacamos SOAK, que tem novo disco a rebentar, e o crooner Elvis Perkins, sendo que há também Cassete Pirata ou Harpoonist & The Axe Murderer para desfrutar.

Pelos palcos mais pequenos, mas não menos apetitosos, o Super Bock em Stock convocou ainda o actual número 1 do top nacional, Dino D’Santiago (actuará no palco EDP na Casa do Alentejo), o funaná inflamável dos Fogo Fogo (no mesmo local), os simpáticos Birds Are Indie (Sala Santa Casa, na Garagem EPAL), Janeiro (sala Ermelinda Freitas, no Maxime) ou April Marmara (no mesmo palco).

Como sempre, muita música para trautear, outra tanta para descobrir, enquanto se debatem opiniões sobre os concertos avenida acima e avenida abaixo, entre as nuvens dos assadores de castanhas. O bilhete é um passe único que custará 45€ até 22 de Novembro, passando a 50€ nos dias do festival.



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