Os Heróis Independentes do IndieLisboa 2016

Os Heróis do IndieLisboa 2016

A secção Herói Independente homenageia em 2016 Paul Verhoeven e Vincent Macaigne.

O Le Monde chamou-lhe “bomba teatral”, o The Guardian “o novo Gérard Depardieu”. Não há dúvida que Vincent Macaigne é o mais marcante actor da sua geração mas a representação é apenas uma das suas muitas faces: o Macaigne que trazemos ao IndieLisboa 2016 é também realizador, dramaturgo e encenador. Quem esteve atento ao cinema francês dos últimos anos viu muitas vezes este génio do realismo seduzir todos com uma sinceridade desarmante. Vamos comprová-lo em “Les Deux Amis”, um filme de Louis Garrel e em “Tonnerre”, de Guillaume Brac. Iremos mergulhar na sua doce voz em “Le repas dominical”, de Céline Devaux, vê-lo reinventar Molière na sua primeira longa metragem, realizada em 2015, “Dom Juan & Sganarelle”. Iremos também partilhar momentos irrepetíveis, conversas e Q&A’s com o actor, durante o festival. Convidamos todos para a descoberta deste Herói Independente, a partilhar o foco da secção em 2016 com Paul Verhoeven.
Longas metragens

Dom Juan & Sganarelle, Vincent Macaigne (2015)
Une histoire américaine, Armel Hostiou (2015)
2 automnes, 3 hivers, Sébastien Betbeder (2013)
Tonnerre, Guillaume Brac (2014)
Les Deux Amis, Louis Garrel (2015)

Curtas metragens

Le repas dominical, Céline Devaux (2015)
Les lézards, Vincent Mariette (2013)
Ce qu’il restera de nous, Vincent Macaigne (2012)
Le naufragé, Guillaume Brac (2009)
Moonlight lover, Guilhem Amesland (2011)
Un monde sans femmes, Guillaume Brac (2011)

Paul Verhoeven será um dos dois realizadores homenageados na secção Herói Independente do IndieLisboa 2016. Em colaboração com a Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema, apresentamos aquela que será a primeira retrospectiva integral em Portugal das obras para cinema do cineasta holandês mais amado do grande público, o realizador que colocou a violência e o sexo ao serviço da crítica político-social. Em 2015 celebrou-se o vigésimo aniversário do maior amor-ódio de estimação da história de cinema, “Showgirls”, enquanto os clássicos “Robocop” (1987) e “Total Recall” (1990) caminham já para os 30 anos de existência. Ainda antes disso, conhecemos um outro Verhoeven – pré-Hollywood – que cresceu como voz autoral em território holandês. Um cineasta sem medo de explorar uma visão francamente singular e arrojada, notória desde “Diary of a Hooker” (1971) e “Turkish Delight” (1973), as suas primeiras longas metragens para cinema. O IndieLisboa mostrará, entre curtas e longas metragens, 21 filmes do realizador.

Longas metragens

Steekspel (2012)
Black Book (2006)
Hollow Man (2000)
Starship Troopers (1997)
Showgirls (1995)
Basic Instinct (1992)
Total Recall (1990)
Robocop (1987)
Flesh+Blood (1985)
De vierde man (1983)
Spetters (1980)
Soldaat van Oranje (1977)
Keetje Tippel (1975)
Turks fruit (1973)
Wat zien ik (1971)

Curtas metragens

De worstelaar (1970)
Het korps Mariniers (1965)
Feest (1963)
De lifters (1962)
Niets bijzonders (1961)
Eén hagedis teveel (1960)



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