Rota de Tapas Estrella Damm
De comer e chorar por mais
É oficial: estamos mesmo naquela altura do ano em que os dias são mais compridos, o sol brilha e a vontade de ir para casa depois do trabalho dá lugar à absoluta necessidade de ir beber um copo antes de anoitecer. E para celebrar a vinda do tão esperado Verão (agora em versão sem chuva), a cerveja é mesmo a aliada perfeita…
Foi com tudo isto em mente que a Estrella Damm apresentou a nova edição lisboeta da sua já célebre Rota de Tapas, esta semana. Para quem não conhece, esta Rota alia 54 estabelecimentos espalhados por Lisboa, cada um com a sua tapa especial à espera dos mais curiosos. Quem as quiser provar só tem de pagar 3 euros e terá direito a uma tapa e a uma cerveja. A iniciativa decorre de 18 de maio a 5 de junho.
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O evento aconteceu na Kitchen Under Creation e, durante a apresentação, foi possível degustar três das tapas que fazem parte das opções da rota da capital e que se inspiraram no tema deste ano: a fusão de sabores.
Presentes no certame estiveram o Prego da Peixaria, o El Clandestino e o recém inaugurado Boca Café.
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O primeiro apresentou, para gáudio dos presentes, um excelente prego-tapa (que de tapa tinha pouco, tendo em conta o tamanho razoável da sande) assinado pelo chef Ivo Oliveira. Batizada de “Mini Motard”, o prego é composto por carne da vazia açoreana, chouriço de Barrancos, um ovo de codorniz, cebola e queijo, tudo isto envolvido por um delicioso bolo do caco. Ganhou a nossa mais merecida preferência (nem que fosse pelo tamanho!).
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Uma aposta mais exótica foi apresentada pelo Clandestino que, pela mão do chef Fábio Sobral, ofereceu aos presentes outra farta tapa em forma de Quesadilla de Cogumelos e Flor de Courgette. A quesadilla estava embutida na tradicional tortilha de trigo e a ela eram acrescentados elementos como crocante de cebola, queijo oaxaca e creme fresh. Ah, e o guacamole também não não faltava, como é óbvio.
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Finalmente, a aposta mais arrojada chegou pelo mais recente dos parceiros presentes: o Boca Café, sob a mestria do chef André Duarte, deu a provar a quem estava no evento uma tapa que levou à risca o desafio da fusão de sabores. De um lado do prato, o mar, representado numa uma bruschetta com guacamole e anchova marinada em vinagre de cidra; do outro, a terra, na figura de um ovo mexido com trufa branca e negra, tomate confitado, pasta de azeitona negra e chouriço.
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Para além das tapas e, claro está, da cerveja, a edição da Rota de Lisboa ainda inclui viagens de tuk-tuk para quem for acumulando carimbos no seu mapa gastronómico (no Porto, há um autocarro para ajudar a cumprir todas as etapas). Ah, e este ano, pela primeira vez, a Rota de Tapas também está presente em Braga!
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