SUPER BOCK SUPER ROCK 2019 – DIA 1 (18/07/2019)

No primeiro dia oficial do festival, as portas abriram às 15h e mesmo com as temperaturas elevadas foram muitos a correr para guardar lugar na fila da frente.

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A pedido de muitos festivaleiros o Super Bock Super Rock finalmente regressou a Sesimbra passados 4 anos. O recinto conta com quatro palcos: Super Bock; EDP; LG By Rádio SBSR; Somersby. Dizem que o festival voltou a ter o mesmo espírito longe da desordem da capital.

O WarmUp, dia 17 de julho, contou com vários Dj’s de renome, ficou entregue maioritariamente à música electrónica. Eles vieram parabenizar o regresso à Herdade do Cabeço da Flauta e dar as honras ao palco Somersby.

No primeiro dia oficial do festival, as portas abriram às 15h e mesmo com as temperaturas elevadas foram muitos a correr para guardar lugar na fila da frente.

Sallim abriu o palco LG cheia de amor para dar. Este palco contou exclusivamente com músicos portugueses. Glockenwise, depois do sucesso que foi o disco “Plástico” que obviamente fez parte deste line up, veio agitar ainda mais o Meco. Com um pequeno atraso por parte de Marlon Williams que não fez esperar muito, criou só o suspense nos recém-chegados.

De regresso ao Palco LG encontrámos os Grandfather’s House, uma banda muito familiar, proporcionaram um concerto inédito, foram muito bem recebidos nesta 25ª edição e ainda tivemos oportunidade de entrevistá-los.

Em 2014 Cat Power esteve presente e este ano voltou e arrancou no palco principal e já aquilo estava a ficar composto, com um ambiente descontraído. Dino D’Santiago seguido de Madrepaz ao pôr do sol criaram uma boa onda incrível.

Os Jungle depois de muito falados em 2013, considerados “o som do ano” por especialistas na área. Branko apresentou o seu mais recente álbum, chama-se “Nosso” e foi lançado em março. Apesar das músicas em comum com o Dino D’Santiago que pisou o palco pouco tempo antes, demonstraram que se mantém sincronizados.

Conan Osiris actuou em simultâneo com The 1975, cada um no seu palco. Conan Osiris deu show no palco Somersby e interagiu bastante com o público, bem disposto e com mensagens marcantes e que deixam muitos de nós a precisar de um tempo de introspecção assim ficaram muitos depois do concerto. Já os The 1975 fizeram chorar muitos românticos, apaixonaram milhares de pessoas e claro conquistaram outras tantas.

Os Metronomy, actuaram no palco EDP, eles são uma grande promessa da música electrónica, banda inglesa em ascensão em grande escala.

A poderosa Lana Del Rey, a mais aguardada da noite, a romântica americana subiu ao palco com imagem a preto e branco. Conhecida pela timidez e por transmitir os sentimentos através da música. Veio apresentar o novo álbum “Norman Fucking Well” com lançamento marcado para agosto.

Termina o primeiro dia em grande com Roosevelt e Sebastian, viemos embora depois do nosso “ouvido” garantir que ficavam bem entregues.

Texto por Helena Cardoso e fotografia por João Cautela.



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