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Super Mario e a minha vida

Artigos especial para comemorar os 35 anos do Super Mario Bros.

Hoje decidi escrever-vos um pouco acerca de mim. Em regra, devem conhecer-me pelas análises que faço a jogos da Nintendo Switch e da PS4, nunca tendo desvendado, pelo menos aqui no blog, segredos sobre a minha vida pessoal. Porém, uma vez que o Mario mais conhecido do mundo faz 35 anos, este ano, decidi partilhar convosco um pouco da minha experiência com o canalizador.

Admito que poucos foram os jogos que não experimentei, alguns porque não tive a consola quando ela saiu (tendo mais tarde jogado alguns) ou porque, simplesmente, não me pareciam apelativos.

Para mim, tudo começou com o Super Mario Bros. 3 para a NES. Quando era pequeno, diga-se cinco anos, a minha irmã ensinou-me a jogar aquele pequeno, mas difícil jogo – principalmente os últimos níveis do mundo 8, mesmo contra a vontade dela porque, também ela, adorava Super Mario. Depois desta introdução ao mundo do gaming, nasceram muitas outras paixões como Pokémon, The Sims, Need for Speed, Neighbours from Hell…

No entanto, o Super Mario sempre foi acompanhando essa evolução. Lembro-me que me compraram uma Nintendo 64 de propósito, só para poder jogar esse fantástico título chamado Super Mario 64, recentemente introduzido na biblioteca da Switch. Lembro-me que o meu primeiro jogo na WII foi o Super Mario Galaxy. Também durante a era da Wii U, que não durou muito tempo diga-se, o meu primeiro jogo foi o Super Mario 3d World!

A mesma coisa acontece quando falamos de jogos portáteis. Tenho pena, no entanto, de não ter tido – embora o tenha jogado – o primeiro jogo de todos para o Gameboy do Super Mario, aquele em que ainda tínhamos de salvar a princesa Daisy. De resto, como disse, passei por eles todos e cada um oferece uma experiência completamente distinta, mesmo que com muitas coisas iguais. Nem que seja um Power-Up. Nem que seja um mapa que realce ou um estilo de Mario nunca visto. É realmente impressionante como a capacidade criativa dos produtores de Mario funciona.

Também joguei vário Spin-offs, onde destaco, especialmente, o primeiro Mario Party e o Super Mario Strikers. Meu deus… as horas que se perderam a jogar estes jogos. E que bons tempos diga-se. Principalmente quando tinha família ou amigos comigo para jogar, nada como qualquer um destes dois jogos para alegrar a malta. Ainda me recordo quando, ao jogar Mario Party, a minha mãe ficava furibunda comigo porque aparecia com bolhas na mão de tanto rodar o analógico da N64.

Super Mario é, sem dúvida, grande parte da minha experiência e vivência enquanto jogador. Foi a personagem que me foi introduzido de miúdo e, desde então que nunca o larguei. Jogar os seus títulos faz-me sentir tal e qual como aquela criança se sentia quando pegou no comando pela primeira vez e é essa a magia do Mario: se cresceste com ele, não importa se o novo jogo é fácil ou pequeno ou que frustrou as tuas expectativas, mas sim que cada jogo é adaptado e adaptável a cada jogar, mesmo que, de inicio, não se goste.

Existem alguns títulos menos bons, é verdade (estou a olhar para ti, saga dos New Super Mario Bros), mas até esses, têm uma vasta audiência que os adora e joga vezes e vezes sem fim.



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