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“The Amazing Spider-man”

O fantástico (maillot do) homem-aranha

É impressão nossa ou existe um certo padrão nas vidas dos super-heróis? Para além de vestirem fatos apertadinhos, é comum terem infâncias sem pais e decidirem procurar as suas origens quando já passaram a adolescência e procuram viver os seus primeiros amores.

“The Amazing Spider-man” revela-nos a forma como surgiu a figura do homem-aranha, algures na cidade de Nova Iorque. Peter Parker (Andrew Garfield) é o tímido rapaz que leva tareias na escola e o “most likely not to get the girl”. A rapariga Gwen Stacy (Emma Stone) repara nele quando Parker faz frente ao rapaz mais popular da escola, o que lhe custou algumas nódoas negras (e um amor – quase – impossível).

Parker, que vivia com os seus tios, May (Sally Field) e Ben (Martin Sheen), desde o momento em que os pais o deixaram, encontra uma mala que lhe parece ser a chave para o desaparecimento dos progenitores. Parker é, então, conduzido para a Oscorp e para o colega de investigação do pai, Curt Connors (Rhys Ifans), que se revela um Lagarto muito temperamental. É a primeira vez que o Lagarto surge com algum destaque no argumento, tendo ocupado, até agora, apenas um papel de figurante.

Marc Webb é o realizador do filme onde assistimos ao nascimento do super-herói e à tomada de decisão em proteger os mais fracos dos vilões de todos os dias. O filme não desilude: cumpre-se enquanto elemento revelador da origem do super-herói, mas também não surpreende.



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