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“Um gajo nunca mais é a mesma coisa”

O regresso de Um Gajo nunca mais é a mesma coisa, aos palcos da Sala Experimental do Teatro Municipal Joaquim Benite traz também um ciclo de conversas sobre a guerra colonial.

Um Gajo nunca mais é a mesma coisa, espectáculo da Companhia de Teatro de Almada, com texto e encenação de Rodrigo Francisco, estreado em Julho no Festival de Almada, e que mereceu ampla atenção nossa ( reportagem, entrevista a Luís Vicente e a Rodrigo Francisco) apresenta-se agora de 1 a 31 de Outubro, quinta a sábado às 21h00, quarta e domingo às 16h, na Sala Experimental do Teatro Municipal Joaquim Benite.

Nesta apresentação, ampliando o debate surgido durante o Festival sobre as, a Companhia de Teatro de Almada convidou Maria José Lobo Antunes, investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa que se tem dedicado pesquisado ao estado do colonialismo tardio português, à guerra e autora de Regressos quase perfeitos. Memórias da guerra em Angola (Tinta-da-China 2015) a moderar um conjunto de debates que cruzando diferentes experiências pessoais, investigações e criações literárias quer discutir o passado, os seus legados no presente. 

Começam já dia 2 de Outunro, ás 18h no Foyer do Teatro. O primeiro convidado é Carlos Matos Gomes, e o tema A questão colonial e a história contemporânea portuguesa, 9 de Outubro com a professora e escritora Sara Roque, conversar-se-á sobre os Silêncios da guerra colonial, dia 16, será a vez da realizadora e investigadora Joana Pontes e o tema são as cartas de amor que os combatentes na guerra escreviam, dia 23 o mote da conversa com o escritor Paulo Faria é “A guerra foi o que tivemos em vez de uma infância feliz, e finalmente no dia 30 a conversa será com o escritor Vasco Luís Curado.



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