Varuna

Um espectáculo multidisciplinar com o carimbo de qualidade do Chapitô. Para descobrir na primeira metade do mês de Agosto.

Eles possuem, acaso,
a realeza dos céus, da terra,
e daquilo que fica no meio?
Que subam, então, aos céus com cordas!

Existe vida na capital em Agosto. Esta é mais uma prova. São quatro as apresentações de “Varuna”, um espectáculo do Chapitô que combina o novo circo com técnicas de acrobacia, dança e música ao vivo. Para descobrir na Costa do Castelo nos dias 5, 6, 12 e 13 de Agosto.

Fiquem com a sinopse:

”Um anjo caído, um deus arrependido, abandonado pela sua própria memória, perdido num espaço cénico onde a única possibilidade de evasão é uma corda que tomba, presa no infinito negro da altura. Um homem, confuso e baralhado com o novelo dos seus pensamentos, procura uma resposta para questões mil vezes repetidas, em mil gestos que perderam todo o sentido.

Procuram-se a si próprios, as suas emoções reflectidas na imagem que nasce do toque, do encontro físico, que ambos protagonizam. Encontram-se finalmente e dançam, constroem esculturas, formas suspensas por um segundo: no ar no chão onde figuras acrobáticas se misturam com emoções e sentimentos.

A música, tocada ao vivo, fonte de inspiração, já inspirada pelo encontro dos corpos, e expirada em suspiros que são notas musicais. Tudo se passa rapidamente num primeiro encontro, e depois tudo evolui de uma forma lenta, terna, na construção de formas estáticas onde os corpos se misturam se entrelaçam, numa corda, como uma corda.”

Com criação artística de Amílcar Azenha e interpretada pela própria e Sara Castanheira, “Varuna” pode ser desfrutada nos dias 5, 6, 12 e 13 de Agosto (Sextas e Sábados).



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