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“WWZ: Guerra Mundial”

Um filme sobre mortos-vivos... Cheio de vivacidade!

“WWZ: Guerra Mundial”, de Marc Foster, relata a história de um antigo funcionário das Nações Unidas, Gerry Lane (Brad Pitt), que tomara a decisão de dedicar mais tempo à sua família e que, de um momento para o outro, para a proteger, não tem alternativa senão voltar a pôr mãos à obra, com o objectivo de travar uma guerra entre humanos e zombies, que promete dizimar a humanidade.

O que aparenta ser uma epidemia causada pelas dentadas dos zombies, que transformam seres humanos em mortos-vivos a uma velocidade estonteante e sobre a qual não há quem tenha controlo, faz com que estes, aparentemente muito mais poderosos do que os seres humanos, não parem de se multiplicar, levando a humanidade ao pânico e ao desespero total, características que dão um toque terrífico ao filme.

No decorrer do filme, Gerry dá a volta ao mundo à procura de pistas, de respostas às mil interrogações que vão surgindo e, sobretudo, de uma solução, passando, por exemplo, pela Coreia do Sul e Israel, local onde ocorre uma das cenas mais impressionantes do filme. Israel era a única nação que, até então, se encontrava protegida dos zombies, devido à construção de uma muralha à volta da cidade (e por que será que Israel, ao contrário das outras nações, estava preparado para este ataque inesperado?). Ainda assim, acaba por ser invadido e instala-se o caos. A partir desse momento, literalmente, à escala mundial. Não havia nação que estivesse protegida e, à medida que o tempo passa, perde-se a esperança.

Gerry vence uma luta contra a mãe-natureza, que nos é apresentada no filme através de uma metáfora muito inteligente, pois é comparada a um serial killer. Como qualquer serial killer, a natureza gosta de ser reconhecida pelos seus feitos e tem, com certeza, um ponto fraco, que se revela tudo menos o que o espectador estaria à espera.

O ritmo do filme é extremamente irregular, ora muito rápido, ora muito lento, o que lhe confere ainda mais interesse, e dá ao espectador a oportunidade de experienciar duas horas de cinema muito emocionantes (que é o que se pretende!), sem embargo das poucas pistas e respostas que o espectador vai tendo para a solução, que nos é transmitida muito bruscamente na fase final do filme.

No elenco, destaca-se, obviamente, a prestação de Brad Pitt, que é o herói da história. Para além de ser um marido e um pai dedicado, é um Homem, que demostra constantemente a sua coragem e audácia e que carrega o filme às costas.



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