CONVERSAS NO TANQUE 2011/2012 – CICLO DE OUTONO

Voltam, em Novembro, as Conversas no Tanque. Nesta nova fase, agrupam-se os convidados segundo temas, programando conjuntos de conversas, em vez de conversas isoladas. Novembro e Dezembro decorrerão sob o signo do Design. Estão confirmados os convidados para as quatro primeiras conversas.

No dia 3 de Novembro, Jorge Sá e Filipa Carrêtas. O seu projecto, Mo.ca – Mobiliário de Cartão, registado noMassivemov.com em Julho, obteve um apoio inédito dos utilizadores daquele site de crowdfunding e, ainda a dar os primeiros passos, é tão promissor quanto original.

Dia 17 de Novembro, Alice Bernardo. No seu noussnouss.com encontramos a sua loja, em que vende acessórios de moda concebidos e feitos por ela, e o seu blogue, onde faz um relato pessoal do seu processo criativo. A procura dos melhores materiais e técnicas deu origem ao projecto documental Saber Fazer, em que regista as técnicas e saberes artesanais que resistiram até aos dias de hoje no nosso país.

Já no dia 1 de Dezembro, Pedro Guimarães e Paulo Gouveia falam sobre a Ready Mind, associação sem fins lucrativos que reutiliza resíduos cruzando a arte e o design. Com a plataforma que criaram, pretendem estimular e divulgar as criações e os criadores que recorrem à reutilização de resíduos nos seus trabalhos.

E no dia 15 de Dezembro, Maria Helena e João Bento Soares, do Estúdio de Comunicação Two Dot Two. Quer nas intrincadas mas singelas ilustrações de Maria Helena, quer nos cosmopolitas projectos audiovisuais de João Bento Soares, Two Dot Two é um conceito que vem da “contínua experimentação, diluição de barreiras e liberdade criativa. Da ideia ao projecto final, valorizam acima de tudo o processo – onde a verdadeira magia acontece”.

SOBRE AS CONVERSAS NO TANQUE

As Conversas no Tanque realizam-se na 1ª e 3ª quinta-feira de cada mês, pelas 21h45, com constância quinzenal. Cada sessão, que se quer informal, gira à volta de um convidado. O objectivo é o de apresentar, debatendo, projectos que se destaquem, em contexto nacional, em termos de relevância e actualidade. Acima de tudo: que representem uma “ideia”. Para que o público construa, através dela, a sua proposta. Momentânea. Ou de futuro. A primeira conversa realizou-se em Julho de 2004, ainda antes da abertura da Velha-a-Branca.



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