A OpenAI abriu em maio de 2026 o seu sistema de anúncios a pequenas e médias empresas — uma mudança que redefine o marketing digital e obriga as marcas portuguesas a repensar a sua presença online.
A Claude Mythos da Anthropic identificou milhares de vulnerabilidades zero-day em sistemas operativos e browsers — algumas com mais de 27 anos — e está a mudar as regras da cibersegurança.
A prática de pedir à IA que escreva código está a democratizar o desenvolvimento de software — mas também a expor dados sensíveis de milhares de utilizadores.
A fabricante do Claude associa-se a gigantes de Wall Street para levar a inteligência artificial ao coração das empresas de média dimensão — e ameaça directamente as grandes consultoras.
A OpenAI lançou o GPT-5.5 Instant como novo modelo padrão do ChatGPT, com menos alucinações, respostas mais curtas e um tom mais natural.
A China lançou o DeepSeek V4, um modelo open-source com 1,6 biliões de parâmetros que rivaliza com o GPT-5.5 da OpenAI — e está disponível gratuitamente para qualquer empresa ou programador.
A conferência anual do Google arranca a 19 de maio e promete apresentar Gemini 4, Android 17 e uma nova geração de ferramentas de IA para programadores — com keynote em direto a partir das 17h em Portugal.
Com capacidades agênticas avançadas e preços mais elevados, o novo modelo da OpenAI redefine o que é possível fazer com inteligência artificial no dia a dia.
A maior corrida de investimento em infraestrutura tecnológica da história está em curso — e os efeitos chegam também à Europa.
A consultora canadiana vai lançar em maio um centro dedicado a inteligência artificial generativa e agentes autónomos, com mais de 700 colaboradores e planos de contratar 100 especialistas por ano.
Poupança e investimento migram dos canais físicos para plataformas digitais, atraindo novos públicos e integrando tecnologia de registo distribuído