MANILA estreiam-se com o álbum “SAUNA”
Novo disco cruza soul, rock e R&B numa viagem pela ansiedade, vulnerabilidade e aceitação pessoal.
Os MANILA apresentam “SAUNA”, o seu álbum de estreia, acompanhado pelo novo single e videoclipe «Frida». Depois de anteciparem o disco com «Formigas», «Tou mal» e «Rosa», a banda portuguesa reúne um conjunto de canções que cruza pop, soul, rock e R&B, explorando o conflito interior, a desconstrução do ego e a aceitação das contradições individuais.
O título do álbum parte da ideia de uma sauna enquanto espaço de libertação, onde o corpo transpira para expulsar aquilo que acumula. Ao longo do disco, os MANILA transportam essa imagem para o plano emocional, confrontando diferentes versões de nós próprios e procurando aceitar também aquelas que preferimos esconder. Ansiedade, solidão, desconforto e vulnerabilidade convivem com groove e ritmos dançáveis, num trabalho que propõe encarar as próprias fragilidades sem abdicar do movimento.
O novo single «Frida» aborda as relações amorosas a partir do encontro entre uma pessoa com tendência para o dramatismo e outra emocionalmente estável. A canção explora a estranheza de uma relação saudável para quem encontra inspiração no caos e na instabilidade. Perante a tranquilidade, surge o receio de perder a matéria criativa que alimentava experiências anteriores. O tema propõe, assim, uma mudança de perspetiva: aprender a criar também a partir da calma.
Os singles anteriores revelaram outras dimensões do disco. «Formigas» partiu de uma aparente canção de amor para explorar a ansiedade, acompanhando musicalmente uma tensão que cresce de forma progressiva. Em «Tou mal», a banda cruzou funk, pop, disco e neo-soul numa reflexão sobre o desejo de desaparecer e a possibilidade de encontrar conforto na própria confusão. Já «Rosa» apresentou uma abordagem mais intimista, gravada num único take, apenas com a voz de Carmo Braga da Costa e o piano Rhodes de Gerard Torres, numa reflexão sobre a solidão feminina e a escolha da própria companhia.
Gravado em live take nos Namouche Studios, em Lisboa, “SAUNA” procura preservar a energia coletiva e espontânea da banda em atuação, complementada por uma pós-produção atmosférica e cinematográfica. Os MANILA são Carmo Braga da Costa na voz, Gerard Torres nas teclas, Ricardo Pedrosa no baixo e vibrafone, João Serra nas guitarras e Zé Lobo da Costa na bateria e percussão.
Com letras assinadas por Carmo Braga da Costa e produção de João Sampayo, o álbum dá continuidade ao percurso iniciado com o EP “Domingo à Tarde”. A banda desenvolve uma linguagem própria no universo do alt pop português, cruzando referências de soul, jazz e R&B com uma escrita direta e emocional.
Em “SAUNA”, os MANILA transformam a introspeção num exercício de confronto e libertação, onde a vulnerabilidade pode coexistir com a vontade de dançar.
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