Ler é, sem dúvida, o melhor remédio

Um livro é, porventura, um dos melhores medicamentos para a cura de maleitas da alma. Ciente dessa filosofia a Planeta preparou para hoje um consultório de livrologia que vai operar no pavilhão da referida editora com sede na Feira do Livro de Lisboa, por volta das 15.30.

Para tal foi destacada uma experiente equipa de especialistas que vão fazer check-ups na hora e depois receitar o devido fármaco em forma de livro de entre cerca de cinco centenas que fazem parte do catálogo da editora.

Para melhor entender este inovador conceito terapêutico, a equipa da Rua de Baixo consultou Ana Cardoso, uma das especialistas que vai estar hoje de serviço na Feira do Livro.

As sugestões foram várias e o receituário varia de acordo com a queixa. Vejamos exemplos. Se o paciente sofre com a ausência de bons policiais, a Planeta recomenda os livros de Donna Leon e Asa Larsson. Uma toma frequente das aventuras de Guido Brunetti e Rebecka Martinsson devem ser suficientes para afastar para longe o mal-estar. Saliente-se que existem livros destas autoras em formato “genérico” com a forma de livro de bolso via selecção Booket.

Se, por outro lado é o amor que comanda a sua vida, a Planeta recomenda, por exemplo, “Indiscrição” de Charles Dubow, um livro que ajuda a refletir sobre o poder da amizade e do amor. Mas se, por outra perspetiva, quer mergulhar nas páginas de um romance mais literário, “O Mundo” de Juan José Millás ou “Firmin” de Sam Savage são a prescrição ideal. Ambos estes títulos podem ser adquiridos com um preço especial que resulta da sua recente edição especial de aniversário.

Mudemos de sintomas. Se procura romances baseados em acontecimentos verídicos, a Planeta recomenda “A Bibliotecária de Auschwitz” de Antonio G. Iturbe ou “O Filho Perdido” de Philomena Lee”. No caso de ser vítima de ansiedade por não possuir livros que fundem literatura, aventura e fantástico, a trilogia da neblina de Carlos Ruiz Zafón é a solução, com destaque para o recentemente editado “As Luzes da Setembro”. Ainda a pensar nos amantes do fantástico mais receitas: Cassandra Clare, Lauren Kate e Alexandra Adornetto.

Da fantasia para a realidade. Se lhe for declarado “síndrome” biográfica ou histórica este consultório tem algumas mezinhas para a sua situação. A autobiografia de Nelson Mandela é de leitura obrigatória assim como “Divas Rebeldes”, um livro da autoria de Cristina Morató. De toma livre são também “A Amante do Papa” de Jeanne Kalogridis ou ainda “A Aposta da Rainha” e “Na Cama das Rainhas” de Barbara Kyle e Juliette Benxoni respetivamente.

Também para os males da carne e do desejo existem curas. A trilogia erótica “Pede-me o que Quiseres” de Megan Maxwell ou os livros de Emma Wildes são ideias perfeitas. Para quem gosta de romances carregados de sexo, “Os Sulivan” de Bella Andre pode e deve ser alvo de toma frequente.



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