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Caustic, Babe! editam “Cheap Moralisms” 

Disco estreia-se nas plataformas e retrata inquietações da juventude, com seis faixas intensas.

5 de Setembro, marca a chegada de “Cheap Moralisms”, o disco de estreia dos Caustic, Babe!, já disponível em todas as plataformas digitais. O grupo, nascido do ambiente conimbricense de rock direto e sem concessões, apresenta seis faixas que transformam as angústias da juventude em música urgente e autêntica. Lançado pela Lux Records, o álbum consolida influências do punk e pós-punk, resultando num som carregado de energia e sinceridade.

As canções de “Cheap Moralisms” refletem as pressões, a precariedade e a ansiedade de uma geração que procura o seu lugar num mundo incerto. Entre a raiva, o medo e a esperança, o disco assume-se como catarse coletiva, espelhando a vontade de sonhar e resistir. Cada faixa traduz emoções contraditórias, mostrando que, mesmo nos tempos mais difíceis, a criatividade e a reinvenção se mantêm possíveis para quem persiste.

O álbum revela, através de temas como «So Loud», o peso das expectativas e o desejo de pertença, enquanto «Trainspotting» retrata a busca incessante de alguém especial em ambiente urbano. «I’ll Be Back» aborda a experiência de quem emigra e o regresso impossível; «XXX Generation» lança uma crítica mordaz ao escapismo e ao consumo desenfreado de quem procura sentido em festas e excessos. Em “Sonic Life”, a homenagem às raízes conimbricenses aparece numa versão inspirada de um tema dos Wipeout Beat, enquanto o single de apresentação “Should I Dream” expõe o paradoxo de criar num contexto adverso, onde artistas lutam contra a sensação de irrelevância.

Caustic, Babe! já passaram por palcos como o Rock ao Luar, Salão Brazil e Verão a Dois Tempos, levando ao vivo esta energia multifacetada e no dia 4 de Outubro, apresentam “Cheap Moralisms” no Gliding Barnacles, na Figueira da Foz.

A banda é composta por Hugo Umbelino (voz e bateria), Cordeiro (voz e guitarra), Carlos “Xuxo” Neves (baixo), Filipe Fidalgo (saxofone e vozes) e Maria (voz e sintetizadores). As letras são de Hugo Umbelino; a mistura ficou a cargo de Carlos Neves, Miguel Cordeiro e Filipe Fidalgo, com masterização assinada por Filipe Fidalgo.



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