Diego Armés – CONCERTO DE APRESENTAÇÃO – 8 DEZEMBRO na LER DEVAGAR

O primeiro longa duração de Diego Armés vai ser apresentado ao vivo no dia 8 de Dezembro, quinta-feira pelas 17h00 na Livraria Ler Devagar. Os bilhetes custam €5 e o disco estará à venda no dia por um preço especial.

Diego Armés irá apresentar “Canções para Senhoras” disco que está já nas lojas desde dia 21 de Novembro e será acompanhado por João Gil ao piano e João Salcedo no acordeão e contará ainda com a participação especial de Ricardo Jacinto no Violoncelo.

Sobre o músico:

Diego Armés costuma fazer rock mas, neste projecto a solo, apresenta o lado mais sentimental das suas composições, tentando evitar a lamechice sem jeito ou o romantismo com pieguice (missão impossível, está visto). Não apresentando novidades quanto ao assunto cantado, já que é maioritariamente sobre o amor que as canções discorrem, a força destes temas assenta na sua fragilidade, nas suas delicadezas e na lírica que vacila entre a paixão amarga, a memória mal digerida ou o desejo difícil de explicar.

Sobre a obra: Canções para senhoras

Às vezes as senhoras apaixonam-se por uma canção do Canções Para Senhoras mas a canção não retribui. Tentam agarrá-la mas esta foge-lhes e volta para Diego Armés. As canções deste disco são-lhe extremamente fieis e íntimas e encaram outras companhias com reserva porque quando se entregam, a entrega é total, sem artifícios, joguinhos ou meias medidas. Existem também casos em que uma canção está apaixonada por uma senhora em particular, mas a senhora em particular não gosta dela, gosta de outra canção do disco. Então a canção afoga as mágoas em senhoras que não quis, desesperada de ciúmes, às vezes da faixa mesmo ao lado que delira num êxtase de audições repetidas. A pobre canção, desprezada e ensopada de chuva, vem bater à porta de Diego. Ele enxuga-a e embala-a de novo na guitarra e na voz e no fumo do cigarro e adormecem os dois, aconchegados no velho sofá, em frente a uma televisão sem som, cheia de senhoras de dentes brancos a rir como caveiras que não gostam de canções nenhumas. Se for homem, pode tentar meter-se no meio disto, boa sorte. (Lourenço Bray)



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