“Elas Sou Eu (o que a gente não faz para pagar a renda)”

“Elas Sou Eu (o que a gente não faz para pagar a renda)” é uma comédia, ambientada no Brasil, que conta a história de quatro mulheres que têm um objectivo comum: ser bem sucedidas, seja emocional, social ou profissionalmente. Lucy Neyde é uma perigosa empregada doméstica que faz de tudo para realizar o seu sonho de se transformar numa actriz famosa e reconquistar o seu antigo amor, um grande cantor da música romântica do Brasil. Berenice, por sua vez, é uma fogosa baiana que procura a felicidade depois de um casamento frustrado e descobre os prazeres da vida através dos filmes pornográficos e do encontro com o mundo, um muito bem constituído nativo de Benguela.

Yolanda é uma mulher da alta sociedade que se divide entre o amor à filha mais velha (Maria Cleide), a repulsa pela filha mais nova (Maria Cláudia), a relação sobrenatural com o marido, Otacílio, e a falsa amizade com uma emigrante portuguesa. Gasta todo o seu tempo na harmonização de conflitos quando, na verdade, tudo o que quer são cinco minutos para beber sua flute de champanhe em paz.

Por fim, a misteriosa irmã Bondade, religiosa não por vocação, mas pelo desígnio do próprio nome, que vive, segundo consta, pois nunca foi vista por ninguém, enclausurada num convento, algures em alguma parte do país. Sabe-se apenas que guarda consigo um segredo que está tão bem escondido como o seu verdadeiro objectivo de vida.

“Elas sou Eu” estará em cena no Bar do Teatro Rápido, nos dias 17 e 25 de Maio, pelas 22h. O bilhete custa 7 euros (inclui uma bebida). A interpretação é de Eduardo Gaspar (autor  e encenador de Gisberta, em cena na sala 3) e a encenação é de Hugo Sovelas.


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