Sobe à Madragoa, ao Lavadouro das Francesinhas, senta-te frente aos tanques de pedra e, fora de redes, só entre água e sabão conhece o teu país do sec. XX, brinda à liberdade que tens hoje, aqui e agora ou faz uma revolução como as de ontem, urgentes que nem hoje.
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“Se não existem autores a falar dos problemas do seu tempo o teatro tem de ir abaixo”