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Convites duplos para o concerto de Capicua, na ZDB, dia 17 de Março

Qual o nome do single de avanço do álbum de Capicua?

2 CONVITES DUPLOS PARA O CONCERTO DE CAPICUA NA ZDB, DIA 17 DE MARÇO

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Passaram-se quase três anos desde a participação de Capicua na sessão ZDB Goes Rap. Nessa altura, já trazia consigo dois EP em colectivo (Syzygy e Mau Feitio) e uma mixtape em nome próprio, onde rimava sob beats de DJ Premier.

Capicua está agora de regresso à Zé dos Bois para um concerto a solo, trazendo na bagagem o seu tão aguardado álbum a solo, acabadinho de editar pela Optimus Discos.

Para quem já acompanhava o percurso de Capicua desde os tempos de Syzygy, é facilmente reconhecível a evolução e amadurecimento desta singular MC do Porto. Os seus skills estão mais fortes do que nunca, num equilíbrio entre a técnica da métrica e o aperfeiçoamento de um estilo próprio, cada vez mais pessoal, muitas vezes intimista e quase autobiográfico.

Acompanhada por alguns dos mais reputados produtores de hip hop nacionais (D-One, Ruas, Sam the Kid, Xeg, Nelassassin e Darksunn) e ainda por Pedro Geraldes, guitarrista dos Linda Martini, que aqui revela uma faceta musical menos conhecida, Capicua consegue construir um álbum coeso, apropriando-se destes 14 instrumentais, com estilos muito diversificados entre si, que utiliza para abordar temas também eles muito diversos, de forma muitas vezes inesperada.

Este não é um rap estereotipado, pretensamente real; é rap pessoal que, como numa conversa entre amigos, mistura a vida quotidiana com a real politik nacional (porque, afinal, tudo é político). Raras vezes se ouviu entre nós um MC capaz de colocar, lado a lado, as neuroses, as inseguranças, mas também as vitórias e as alegrias pessoais, geracionais e nacionais (citando mesmo Sérgio Godinho: “Só neste país se diz só neste país!”). Ora confessional, ora irónica, muitas vezes divertida, sempre lúcida e sofisticada na construção da rima e na escolha das palavras, Capicua ameaça tornar-se num dos nomes incontornáveis da música (hip hop) nacional. Pedro Quintela



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