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Subir ao Machu Picchu em Lisboa: estreia em Portugal a viagem imersiva ao Império Inca

Lisboa recebe a partir de 18 de junho de 2026 uma expedição imersiva em realidade virtual que transporta os visitantes para o coração do Império Inca, na sala subterrânea da Estação do Metro do Terreiro do Paço.

Lisboa vai receber, a partir de 18 de junho de 2026, a estreia nacional de “Machu Picchu: Viagem à Cidade Perdida”, uma expedição imersiva em realidade virtual que transporta os visitantes para o coração do Império Inca. A experiência decorre na sala subterrânea da Estação do Metro do Terreiro do Paço e é desenvolvida pela Fever em parceria com a Virtual Worlds, estúdio criativo especializado em experiências de livre circulação em ambiente virtual. Os bilhetes já estão disponíveis em machupicchuexp.com/lisbon através da app ou website da Fever.

Uma viagem ao topo do mundo sem sair de Lisboa

Com recurso a realidade virtual de grande escala, a experiência recria com rigor arqueológico os espaços mais emblemáticos da antiga cidade inca de Machu Picchu. Os visitantes percorrem templos sagrados, terraços agrícolas e antigos caminhos incas, todos reconstituídos com base em captações aéreas por drone, tecnologia LiDAR — que utiliza sensores laser para gerar mapas tridimensionais de alta precisão — e fotogrametria.

A narrativa cinematográfica conduz o público por momentos únicos: desde o voo sobre os Andes ao lado de condores, uma das maiores aves voadoras do planeta, até à entrada numa habitação inca durante um eclipse solar. A duração aproximada é de 45 minutos e a experiência está recomendada para maiores de 10 anos, desde que acompanhados por um adulto.

A localização é, ela própria, parte da proposta: a sala subterrânea da estação do Terreiro do Paço oferece um ambiente que potencia o mergulho na narrativa, isolando o visitante do quotidiano da cidade antes de o lançar para os cumes dos Andes.

Tecnologia LiDAR e fotogrametria ao serviço da história

Por detrás da experiência está um processo de produção exigente. A Virtual Worlds combinou métodos de captação digital de última geração para recriar com fidelidade a arquitectura e a paisagem de Machu Picchu, um dos sítios arqueológicos mais importantes do mundo e classificado como Património Mundial da UNESCO. A tecnologia LiDAR, utilizada em levantamentos de precisão milimétrica, permitiu mapear estruturas e relevos com um nível de detalhe impossível de obter por outros meios.

A fotogrametria complementou esse processo ao transformar milhares de fotografias sobrepostas em modelos tridimensionais com texturas realistas. O resultado é um ambiente virtual que vai além da simulação: é uma reconstituição fundamentada em dados reais, o que confere à experiência uma dimensão educativa e cultural assinalável.

Este modelo de produção — que conjuga ciência, tecnologia e storytelling — é a marca distintiva da Virtual Worlds, estúdio que tem apostado na criação de experiências onde os visitantes não são meros espectadores, mas participantes activos numa narrativa imersiva de livre circulação.

Depois do Antigo Egito, chega o Império Inca

A estreia de “Machu Picchu: Viagem à Cidade Perdida” em Lisboa não acontece num vácuo. A experiência sucede a “Horizonte de Quéops: Viagem ao Antigo Egito”, que chegou ao Terreiro do Paço em novembro de 2025 e já recebeu 30 mil visitantes na capital portuguesa. O êxito da viagem ao Egito abriu caminho para este segundo capítulo, tornando Lisboa num dos destinos de referência para experiências imersivas de realidade virtual na Europa.

Os dois títulos podem agora ser vividos no mesmo espaço, um a seguir ao outro, criando o que a Fever descreve como um percurso por dois dos patrimónios arqueológicos mais fascinantes da humanidade — sem sair de Lisboa. Para quem já visitou Quéops, a chegada de Machu Picchu representa uma continuidade natural; para quem descobre o espaço pela primeira vez, a oferta dupla é uma proposta difícil de recusar.

A Fever e a democratização das experiências culturais

Por detrás de ambas as experiências está a Fever, a principal plataforma global de descoberta de entretenimento ao vivo, com presença em mais de 40 países e uma audiência mensal que ultrapassa os 300 milhões de utilizadores. A missão da empresa passa por democratizar o acesso à cultura e ao entretenimento, tornando acessíveis experiências que de outra forma exigiriam viagens de longa distância ou meios financeiros consideráveis.

A aposta em Lisboa reflecte a leitura da Fever sobre o perfil da cidade: um público culturalmente curioso, aberto a formatos inovadores e com apetência crescente por experiências que combinam tecnologia e cultura. A parceria com a Virtual Worlds reforça essa estratégia, trazendo para Portugal produções de nível internacional que, até há pouco, estariam reservadas a capitais como Londres, Paris ou Nova Iorque.

Como visitar

“Machu Picchu: Viagem à Cidade Perdida” está disponível na sala subterrânea da Estação do Metro Terreiro do Paço, em Lisboa, a partir de 18 de junho de 2026. A experiência dura aproximadamente 45 minutos e é recomendada para maiores de 10 anos acompanhados por adulto. Os bilhetes podem ser adquiridos através da app da Fever ou no website machupicchuexp.com/lisbon.

Num momento em que a oferta cultural lisboeta continua a expandir-se, esta nova experiência imersiva afirma o Terreiro do Paço como um espaço de experimentação onde o passado e o futuro se encontram — e onde qualquer pessoa pode, por 45 minutos, subir ao topo do mundo.



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