“A​s Mil e Uma Noites, Volume 2, O Desolado”, escolhido para representar Portugal nos Óscares, estreia a 24 de Setembro

“O Desolado”, o volume 2 da trilogia “As Mil e Uma Noites”, de Miguel Gomes, foi o filme escolhido pela Academia Portuguesa das Artes e Ciências Cinematográficas, para representar Portugal na candidatura a Melhor Filme Estrangeiro dos Óscares de 2016 “O Desolado” estreia em Portugal a 24 de Setembro em várias salas do país. O último volume, “O Encantado”, começará a ser exibido nas salas portuguesas em Outubro. E mantém-se em exibição nacional o volume 1, “O Inquieto”. Retrato de um país sob assistência financeira e rodado ao longo de um ano, do Verão de 2013 ao Verão de 2014, a trilogia é composta por filmes autónomos. “O Desolado” possui três histórias e foi filmado em Figueira de Castelo Rodrigo, Lisboa e Santo António dos Cavaleiros. Para além de não actores, este segundo volume conta com as interpretações de Luísa Cruz, Margarida Carpinteiro, Crista Alfaiate, Américo Silva, Joana de Verona, Gonçalo Waddington, Teresa Madruga, João Pedro Bénard, entre outros

“As Mil e Uma Noites” estreou na Quinzena dos Realizadores, em Cannes, e foi já distinguido com o Grande Prémio do Festival Internacional de Cinema de Sidney e o Prémio da Crítica ( Prémio FIPRESCI) no Festival Internacional de Cinema New Horizons, que decorreu na Polónia.

Exibido em festivais de cinema em França, Finlândia, Alemanha, Israel, República Checa, Austrália e Nova Zelândia, o filme irá estrear, até ao final deste ano, em festivais internacionais de cinema nos EUA, Canadá, Coreia do Sul, Japão, Áustria, Brasil, Polónia, Chile, Tailândia, Austrália, Marrocos, Grécia e Costa Rica.

Entre 2015 e 2016, “As Mil e Uma Noites” vai estrear nos seguintes países: Roménia, Islândia, Hungria, Espanha, Sérvia, Croácia, Montenegro, Eslovénia, Bósnia, Reino Unido, Irlanda, Estónia, Bélgica, Luxemburgo, Países Baixos, Grécia, Austria, Polónia, Lituânia, Brasil, EUA, Canadá, México, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Austrália, Nova Zelândia e Japão.

‘As Mil e Uma Noites’ foi um projecto experimental com a duração de um ano em que o realizador misturou realidade e ficção para examinar o Portugal contemporâneo na agonia da crise económica.”

Rachel Donado, The New York Times

Para encontrar uma resposta à actualidade que, política e artisticamente, fica a milhas da concorrência, foi preciso esperar por um extraordinário e singular fenómeno na Quinzena dos Realizadores. Trata-se de ‘As Mil e Uma Noites’, uma obra autenticamente sui generis de Miguel Gomes.”

Jonathan Romney, “Film Comment”



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