ENCERRAMENTO // MEO OUT JAZZ – “Fins de tarde mais felizes da Capital prometem voltar em 2013”

“E como tudo que é bom acaba depressa, cinco meses passam a correr para quem celebra uma cidade feliz. É este o mote do MEO OUT JAZZ, iniciativa que dá por terminada a sua sexta edição no próximo fim-de-semana, onde passaram mais de 80.000 pessoas e que promete regressar em 2013, para continuar a “invadir” a cidade com boa música e descontracção. De Maio a Setembro, pelo “palco” do MEO OUT JAZZ passaram mais de 200 artistas, entre eles nomes como Júlio Resende, Vânia Fernandes, Elisa Rodrigues ou Black Mamba, entre muitos outros, sempre com entrada livre. Às sextas-feiras a partir das 18h, o MEO OUT JAZZ levou a felicidade até cantos muito distintos da cidade, desde transportes públicos, terraços de hotéis, jardins e miradouros, entre outros. Aos domingos, manteve a receita original e a cada mês ocupou um novo jardim da cidade, perfazendo a máxima: “5 meses, 5 jardins”, passando pelo Jardim da Estrela, Monsanto, Jardim do Parque Eduardo VII, Jardim da Torre de Belém e finalizando na Tapada das Necessidades.

O MEO OUT JAZZ está já no coração de quem vive Lisboa. Durante 5 meses, celebra-se a cidade, dá-se vida aos jardins, lança-se a música, enfim, faz-se magia acontecer, reúnem-se amigos ou desconhecidos, deslumbram-se turistas, apaixonam-se aqueles que aí cresceram. O produtor e mentor do projecto, José Filipe Rebelo Pinto comenta o balanço positivo de um festival que cresceu há 6 anos atrás e que de ano para ano, tem vindo a crescer a todos os níveis. “Sem dúvida que mesmo perante toda a conjuntura socio-economica em que estamos a viver, o Meo Out Jazz veio deixar a cidade mais feliz! prometemos voltar para o ano ainda com mais surpresas!”.

E se quiser despedir-se desta iniciativa, saiba que sexta-feira, dia 28 de Setembro, estará no Hotel Tivoli a partir das 18h, com Undergroove e domingo, dia 30 de Setembro, encerrará em grande no

Jardim da Tapada das Necessidades, com Kumpania Algazarra a partir das 17h e Dj Moustashe até ao pôr do sol.

Até Jazz!”



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