GEORGE ROMERO NO MOTELX 2010
Realizador de culto do cinema de terror contemporâneo, George Romero estará presente durante todo o festival para apresentar a sua obra mais recente e pela primeira vez em Portugal, “Survival of the Dead” (2009); bem como para recordar alguns títulos menos conhecidos da sua filmografia como “The Crazies” (1973); “Martin” (1977), “Creepshow” (1982) ou “Monkey Shines” (1988). A secção CULTO DOS MESTRES VIVOS é inteiramente dedicado ao cineasta que dará também uma masterclass aberta a todo o público do festival.
A 4ª Edição do MOTELx – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa acontece entre o dia 29 de Setembro e o dia 3 de Outubro, no Cinema São Jorge, em Lisboa.
Mini Bio
George Romero nasce em 1940, no Bronx em NY. Após ter-se graduado em Pittsburgh, formou com um grupo de amigos a “Imagen Ten”, produtora de filmes publicitários e industriais. Profundamente influenciado pelo cinema de Michael Powell e pelas publicações EC Comics, convence os amigos a filmar um argumento por ele escrito, que viria a ser distribuído comercialmente com o título “Night of the Living Dead” em 1968.
Na década de 70, Romero, trabalha continuamente assinando títulos como “Season of the Witch”, “The Crazies” e “Martin”. Mas o sucesso só seria alcançado através de uma sequela do seu primeiro filme “Dawn of the Dead” (1978) proposta e produzida por outro grande nome do cinema de Terror, o italiano Dario Argento.
Em 1985 regressa mais uma vez aos zombies com “Day of the Dead”, fechando uma trilogia que pretendia analisar o estado do mundo em cada década através da poderosa metáfora criada em 1968.
Os anos noventa são passados a desenvolver projectos em Hollywood que nunca chegarão a ver a luz do dia apesar de em 1999, “Night of the Living Dead” dar entrada na Biblioteca do Congresso em Washington onde estão guardadas todas as obras artísticas de impacto na cultura norte-americana. O realizador estaria cerca de dez anos sem filmar, com a excepção da co-produção europeia “Bruiser” em 2000.
Nos últimos anos, Romero volta à metáfora com os mortos-vivos apresentando os ainda algo incompreendidos “Diary of the Dead” (2007) e “Survival of the Dead” (2009).
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