LUX | 30 de Março | Lançamento de BRODA dos GALA DROP

A banda de Lisboa recebeu o convite do Lux Frágil para apresentar ao vivo nesta noite, na recta final da sua mais recente tour europeia, o novíssimo EP ‘Broda’. No que já seria uma noite especial de celebração, os Gala Drop decidiram transformar o convite numa noite em que pudessem partilhar a atenção e entusiasmo com pares que admiram e que lhes são próximos, e daí o desenho do resultado final do cardápio, do qual são responsáveis e anfitriões e convidam: Hype Williams | Tropa Macaca | Brian DeGraw (Gang Gang Dance) dj set | Kyle Hall dj set.

Início 22h30 | Bilhetes 12€

Gala Drop – ao vivo, discoteca
O agora quinteto fantástico apresenta o seu inebriante novo disco, fruto feliz de uma colaboração em estúdio com o norte-americano Ben Chasny (Six Organs of Admittance). Tecedores de uma música de dança fascinante, construída e depurada em ensaio e estúdio, têm-na levado ao vivo para áreas insuspeitas, de um concerto na festa ‘No Ordinary Monkey’, em Nova Iorque, passando pela primeira parte dos Sonic Youth no Coliseu dos Recreios, até á presença no Boom Festival de há dois anos, ao qual este Verão regressam.

Hype Williams – ao vivo, discoteca
Hype Williams em 2012 deve ser entendido como um colectivo de músicos cuja actividade inclui não apenas música, mas também palestras, encenações performativas, ‘re-enactments’, instalações e apresentações vídeo. A sua música sedutora, alvo de discussão e confusão sobre a sua identidade, tem vindo a ser mediada com o mundo através de libidinosas edições em vinil ou vídeos iconográficos no YouTube. Acaba de sair um 12’’ em ‘colaboração’ com Shangaan Electro na Honest Jons e a 16 de Abril sai o novo e aguardado LP ‘Black is Beautiful’ na Hyperdub.

Tropa Macaca – ao vivo, discoteca
A Tropa Macaca são André Abel e Joana da Conceição. Com cerca de 6 anos de parceria criativa e actividade pública, a sua música não parece insistir em adornamentos retóricos ao cânone estabelecido; ela é audaciosa e ambígua. Com discografia editada maioritariamente em vinil, data de 2009 o seu último LP ‘Sensação do Princípio’ na norte-americana Siltbreeze, sendo de esperar novo disco ainda no decorrer deste ano, fixação do material que têm apresentado nas suas actuações ao vivo recentes, sustentadas por electrónica & guitarra a construir em tempo real sobre território informe abstracto.

Brian DeGraw (Gang Gang Dance) – dj set, bar
Membro original e liderante dos Gang Gang Dance, o músico e prolífico artista visual Brian DeGraw é também um DJ singular. Concorridas e propaladas foram (são?) as suas ‘Smith Nights’ com Ben Cho no Sway, em NY, mas Brian é um produtor compulsivo de renovadas encarnações e manifestações públicas. Desregradamente renegando questões como a pureza disciplinar, a sua música contamina a sua arte, a arte a sua música; vida e arte coexistindo de um modo totalmente simbiótico e unitário.

Kyle Hall – dj set, discoteca

É preciso ser-se muito especial para, antes dos 20 anos, ser considerado um dos Grandes. E Kyle Hall é de Detroit, a cidade do jazz, do techno, da Motown, dos primeiros ensaios do punk (Stooges), do hip hop mais ousado (J Dilla). A fasquia é alta, mas isso não impediu Kyle Hall de se tornar um herói em plena adolescência. Nasceu em 1991, numa família de músicos, lançou o primeiro disco em 2007 na FXHE de Omar S (que fez um Fabric só com temas dele), lançou o belíssimo Kaychunk pela Hyperdub e vai editar na Warp. Faz house e techno com contratempos marados e melodias quebradas, música com alma mecânica que fala directamente ao corpo e à cabeça. É dos Djs/produtores mais excitantes do momento e este é o momento certo para tentar perceber porque há quem lhe chame génio.



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