SETE PECADOS MORTAIS ou AS TÉCNICAS  DE LEGÍTIMA DEFESA  – bloqueios, retenções e alavancas –

SETE PECADOS MORTAIS ou AS TÉCNICAS DE LEGÍTIMA DEFESA

10 Setembro a 4 Outubro 2015 Sala Estúdio do Teatro da Trindade Inatel

Este é um projeto que nasce da necessidade de questionar conceitos, pensamentos, julgamentos ou silêncios. Nasce também da vontade de saber quem é que, afinal, nos dá a capacidade de julgar o bem e mal, bom e o mau? Enquanto temática, interessa-nos revisitar os pecados mortais. Explorar o seu cariz religioso e amplamente difundido pela Igreja Católica, que os usou como forma de controlar, “educar” e “proteger” os seus seguidores dos seus próprios instintos. São eles também que ditam as normas de conduta social, classificando o bom e o mau, o que se pode perdoar e o que tem de se condenar. Tendo como ponto de partida o texto Os Sete Pecados Capitais dos Pequenos Burgueses de Bertolt Brecht e Kurt Weill a Gato que Ladra convidou o dramaturgo Miguel Castro Caldas a fazer uma leitura dos novos pecados mortais.

Teatro da Trindade INATEL

10 Setembro a 4 Outubro 2015 Sala Estúdio do Teatro da Trindade Inatel
quarta a sábado 21h45 e domingo 17h00

 

text0 | Miguel Castro Caldas
encenação| Rute Rocha
com |  Ana Cloe | Catarina Thane | Cristina Cavalinhos | Ivo Marçal | João Esteves | José Mateus | Pedro Barbeitos | Salomé Marques
música e direção musical| Ana Cloe e Artur Pispalhas
apoio ao movimento | Peter Michael Dietz
figurinos | Fernando Alvarez
design de luz e vídeo| José Álvaro Correia e Nuno Figueira
design gráfico e ilustração de cena | João Concha
press officer | Andreia Alexandre
produção | Gato que Ladra
fotografia |António Roque Gameiro

 

Miguel Castro Caldas

Nasceu em 1972, em Lisboa

É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas variante estudos Portugueses pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Publicou textos no jornal da AE da Faculdade de Letras Os Fazedores de Letras entre 1998 e 2001. É autor de Três Discursos sobre um Terramoto e um por Dentro; Comida – Meu Nome é Comédia mas Não Cuides que Por Isso Me Haveis de Comer; Levantar a Mesa; Casas; Inês Negra e Maria Mata-os, que têm sido levadas à cena por Bruno Bravo, Gonçalo Amorim, Jorge Silva Melo, Gonçalo Waddington, António Simão entre outros. Escreveu ainda duas peças para a companhia Primeiros Sintomas: A Montanha Também Quem; O Homem Do Pé Direito; O Homem da Picareta; Conto de Natal – Variações de Dickens e Nunca Terra em Vez de Peter Pan. Para a companhia do Chapitô escreveu: É Bom Boiar Na Banheira e para os Artistas Unidos traduziu: A Fábrica de Nada, de Judith Herzberg.

Participação em 2003 na Leitura Furiosa, iniciativa organizada anualmente pela associação Cardan, em Amiens, e pela associação cultural Abril em Maio, em Lisboa. Foi galardoado em 2005 com uma menção especial da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, pela sua obra como dramaturgo. Em Março de 2008, os Primeiros Sintomas, numa co-produção com a Culturgest produzem a peça Repartição de Miguel Castro Caldas com encenação de Bruno Bravo. Escreveu um texto para a criação de um espetáculo, com estudantes do Ensino superior e encenação de André E. Teodósio, no âmbito das Comemorações do Centenário da Universidade de Lisboa na 12º edição do FATAL -Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa em 2011.

A sua peça Os Assassinos esteve em cena em Maio de 2011 numa co-produção entre o TEP/ Primeiros Sintomas com encenação de Bruno Bravo. Faz parte do corpo docente da Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha no curso de Teatro.



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