Tudo pode ser tudo sem ser absolutamente nada…ou pelo menos, possuirmos a sensação momentânea do que pode ser, e nem sequer existir.
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“3D” da Mala Voadora, na procura de um entendimento sobre o real e a ficção, põe em equação o fazer quotidiano, o fazer dos actores e o fazer performativo de dois trabalhadores sexuais que se tornam no grande final que o espectáculo procurava.