A 6.ª edição da Mostra Internacional de Artes Performativas decorre entre 29 de abril e 23 de maio de 2026, pela primeira vez com programação também em Lisboa.
“Sr. Engenheiro” é o espetáculo que Portugal precisava e, durante anos, não teve coragem de fazer. Ri-se muito — mas é um riso amargo, que fica cá dentro muito depois de o pano cair. Fica no Tivoli BBVA até 10 de maio antes de rumar ao Coliseu Porto AGEAS. Corram a ver — e levem quem ainda acredita que tudo não passa de uma cabala.
Três dias dedicados à cultura, resistência e solidariedade entre 9 e 11 de Outubro, com entrada livre na Casa do Comum.
O Centro de Arte Moderna Gulbenkian (CAM) é um símbolo de harmonia entre arte, arquitetura e natureza. A sua recente renovação, conduzida pelo aclamado arquiteto japonês Kengo Kuma, reafirmou a sua posição como um dos mais importantes marcos culturais de Lisboa.
“O amor é fodido” de Miguel Esteves Cardoso foi o chão onde João Garcia Miguel costurou um objeto teatral que, entre a comédia e a sátira, assume os riscos da improvisação e de uma comunicação mais direta com o público. Depois de estrear no Ferroviário em Lisboa, fez as malas e está em digressão pelo país. A próxima apresentação é em Torres Novas no Teatro Virgínia, a 11 de Abril.
A reinauguração do Teatro Variedades, no dia 5 de outubro, teve participação dupla do Teatro do Elétrico com os espetáculos: Entraria nesta Sala e The Swimming Pool Party.
O Regresso da “Comédia de Enganos e Travestis”.
A 2.ª edição da Bienal de Arte e Tecnologia reflecte sobre a “Coexistência” através de um amplo programa performativo, expositivo, educativo e participativo.
Uma peça de David Mamet (premiado dramaturgo norte americano) para dois actores, levada a cena na sala vermelha do Teatro Aberto numa estreia na encenação de Cleia Almeida.
Espectáculo de música pensado por João Lourenço, João Paulo Santos e Vera San Payo de Lemos para celebrar os 50 anos do 25 de abril