Anabela Almeida, Cláudia Gaiolas e Sílvia Filipe queriam trabalhar sobre as Novas Cartas Portuguesas, mudaram para uma pesquisa dramatúrgica sobre o universo feminino que envolvia materiais como Medeia, Pussy Riot, Joana d’ Arc e Patti Smith, e acabaram por fazer um espetáculo feito na primeira pessoa do singular.
Escritas com cerca de 18 anos de diferença, “Terror e Miséria” de Brecht e “A Boda”, do jovem Bertolt, as duas peças deste dramaturgo alemão que podemos ver na 36ª Edição do Festival de Almada , continuam hoje a desafiar-nos.
O teatro estará cada vez mais político, mais comprometido? Um olhar rápido pelos 23 espetáculos nacionais e estrangeiros que de 4 a 18 de julho de 2019 vão fazer parte da 36ª edição do Festival de Almada lança-nos nessa pista.