Gus Hansen

Cientistas descobrem músicas que melhoram foco

Será que a neurologia ajuda o foco e não só a operar cérebros?

Usar o computador hoje em dia é complicado. Quando tu olhas para o ecrã há diversas distrações que tirarão seu foco. Twitter, Facebook, tantas redes sociais que mal podemos nomear. Com efeito, fica difícil realizar as actividades diuturnas sem que o foco seja atrapalhado. E mesmo quando não existem tais distrações, é muito difícil ter foco 100% numa tarefa ou trabalho, dado que é natural de algumas pessoas perder o foco em suas obrigações. E o que parecia apenas uma lenda pode ser verdade: ouvir música para ajudar na concentração é um bom meio de tirar o ambiente externo do seu trabalho.

Tal conclusão foi chegada por cientistas especializados em neurociência em um experimento e pode ajudar diversos profissionais que usam o computador para suas atividades rotineiras.  Advogados, jornalistas e até mesmos profissionais que jogam poker na internet. Um deles é o famoso jogador Gus Hansen, que por muitos anos foi patrocinado por o site Full Tilt. “Eu gosto de ouvir música se eu sinto que estou me distraindo muito. Ligo o iPod e relaxo um pouco, tento recuperar o foco”. Todas essas pessoas precisam de foco quando estão a olhar para o ecrã. E para elas, a notícia, como dito, é ótima.

Gus Hansen

A empresa focus@will oferece várias playlists para que se possa maximizar a concentração. Usando conceitos da neurociência e da psicologia para entender como a distração ocorre, os profissionais envolvidos no processo desenvolveram faixas musicais que comportam desde músicas clássicas até outras contemporâneas – bem como outras como o som da chuva ou de ondas quebrando na praia.

Por que música para quebrar a distração?

A conclusão é simples: para a empresa, a maior causa da distração é a audição. Um alerta de nova mensagem no facebook faz com que um jornalista se distraia em seu texto, por exemplo. Por conseguinte, qualquer som estranho no ambiente em que o redator está pode acabar com seu foco. O conceito surge na pré-história: o desenvolvimento do som se dá de maneira evolutiva de modo que é utilizado como um meio de defesa dos mamíferos ante predadores. Mesmo que essa não seja uma necessidade hodierna, as pessoas ainda tem essa “habilidade” de ter uma audição aguçada. Por exemplo: se eventualmente ouvisse um som agora, como um passarinho na janela, olharia rapidamente para ver do que se trata – e aí o foco na leitura deste texto vai para o espaço.

De acordo com a empresa, o foco médio é de 20 minutos. Porém, suas playlists conseguem maximizar esse tempo e otimizá-lo – para até 100 minutos! Depois desse tempo é necessária uma pausa para relaxar o cérebro. A empresa fez até um gráfico (em inglês) para demonstrar a descoberta de modo ilustrativo.

Gráfico

Bom, sem mais delongas, que tal conferir uma amostra grátis do material? Em seu canal do YouTube  a focus@will disponibiliza uma faixa de aproximadamente uma hora para que os usuários testem o produto. Quem tal testar e dizer nos comentários se funciona ou não? Acha uma boa? Então clique no play abaixo!



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