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T-Rox

Veste o que ouves.

T-Rox é o nome da mais recente aventura de Rui Miguel Abreu- dj, radialista e comunicador de carisma – e Fátima Mineiro.

É sob a premissa “veste o que ouves” que a T-Rox nos é apresentada.

Loja virtual que cruza design,ícones de indoles e linguagens musicais diferenciados e algumas das metrópoles de vanguarda na expressão de movimentos e gurus que lhes deram origem e/ou sentido nas últimas décadas.

Do afro-beat ao rock, da pop ao reggae, do mod ao punk, do hip hop à electrónica, a T-Rox estende, no seu início, uma paleta de estilos e cores diversas que poderá vestir  o melómano mais apegado à sua diferenciação estética no naipe cada vez mais vasto das metrópoles.

“A t-shirt é talvez uma das mais universais peças de moda”. Quem o refere é Rui Miguel Abreu, concluindo “numa era de transmissão de mensagens – nas redes sociais, por exemplo – em que a identidade é afirmada em posts, fotos, likes e dislikes, as t-shirts continuam a ser a forma mais simples de dizermos quem somos. Ou de vestir o que ouvimos”.

Para o autor do blog 33-45, “a T-Rox é uma ideia pequenina – mas que está a ser regada e poderá crescer, assim o «clima» o permita: queremos vender t-shirts de que gostamos: do afrobeat aos Kiss e Rolling Stones, do herói J Dilla aos Beatles, Dylan e Neil Young, do reggae ao mod, do hip hop ao disco e ao electro. Do punk ao metal”.

A autenticidade é um dos pontos chave de quem veste T-Rox, como tal Rui reforça – falando também pela esposa Fátima – que “tentaremos, que as nossas t-shirts não sejam meras estampas de logos de bandas. O design é algo que nos atrai. De maneiras diferentes: A Londres de Portobello da Amplified, por exemplo, ou a San Francisco Wax Poetics da 101 Apparel.

Vamos buscar t-shirts aos EUA, França, Inglaterra e a Portugal. Queremos um dia destes lançar marca própria, mas queremos também acolher quem tenha ideias, quem queira vender uma edição limitada de 10 t-shirts, bandas à procura de mais um balcão para o seu merchandising, ou designers que queiram levar as suas experiências mais longe”, refere.

A ideia talvez seja assaz revigorante para as bandas ou artistas que exploram uma linguagem personalizada que una aquilo que produzem à imagem que procuram ou assumem.

Uma certeza, para RMA, é a de que ” a música vai sempre estar por perto”.



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