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“Die Hard”

Vinte e cinco anos de pura aventura

Hans Gruber:”Pensa que tem alguma hipótese contra nós, senhor cowboy”?

John McClane:”Yippee ki-yay, filho da puta”.

É véspera de Natal em Los Angeles e um grupo de terroristas apodera-se de um prestigiado arranha-céus. Todos os ocupantes acabam por tornar-se reféns dos implacáveis terroristas, excepto um. Um polícia fora do serviço mas que não vai ficar fora de acção. É assim a premissa de um grande blockbuster de acção, da história do Cinema, que está prestes a comemorar vinte e cinco anos de pura aventura: “Die Hard – Assalto ao Arranha-Céus”.

O novo capítulo desta saga acabou de estrear nos cinemas, “Die Hard- Nunca é Bom Dia para Morrer”, e o motivo só podia ser de celebração. Há longos anos que este género de acção sofreu uma reviravolta inesperada, graças ao filme original que elevou para sempre a fasquia dos filmes de acção e é hoje em dia visto como um marco do género.

Antes de se tornar “Die Hard”, o projecto foi abordado como uma sequela de “Comando” (1985) mas Arnold Schwarzenegger recusou repetir o papel de John Matrix. Por isso, os produtores decidiram fazer uma adaptação livre do romance “Nothing Lasts Forever” de Roderick Thorpe. Como protagonista, os produtores decidiram arriscar e escolheram Bruce Willis para o papel do polícia John McClane, e o resto é história.

Realizado por John McTiernan, “Die Hard- Assalto ao Arranha-Céus” era muito diferente doutros filmes como “Rambo” e “Terminator” devido à mistura irresistível de acção, comédia, drama humano e suspense. No fundo, é um filme sobre um homem normal que está sempre no sítio errado à hora errada. O grande triunfo do sucesso do filme é Bruce Willis que, graças ao seu sentido de humor, carisma e vulnerabilidade, tornou John McClane num dos grandes heróis clássicos do Cinema.

O estrondoso sucesso do filme não só tornou Willis numa das grandes estrelas do Cinema, como originou quatro sequelas: “Die Hard 2 – Assalto ao Aeroporto” (1990), “Die Hard – A Vingança” (1995), “Die Hard 4.0 – Viver ou Morrer” (2007) e “Die Hard – Nunca é um Bom Dia para Morrer” (2012). Inspirou também vários filmes que pegaram na fórmula do filme como “Speed” (1994), “Força Em Alerta” (1992) e “Força Aérea” (1997).

Acção ininterrupta, suspense de cortar a respiração, humor sarcástico e one-liners inesquecíveis (yippee ki – yay, motherfucker), “Die Hard – Assalto ao Arranha-Céus” não é só um grande filme de acção. É o filme que redefiniu para sempre um género, visto como um dos grandes clássicos do Cinema.



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