emergente_2025

Festival Emergente pede ajuda ao público

Sem apoios financeiros este ano, o festival lança campanha de crowdfunding com recompensas para quem apoiar.

A 8.ª edição do Festival Emergente, agendada para 18 a 20 de Dezembro, está em risco de não acontecer. Sem apoios financeiros este ano, após candidaturas que não correram bem, a organização lançou uma campanha de crowdfunding dirigida ao público e à comunidade alargada da música nacional. A missão mantém-se: dar visibilidade à melhor música portuguesa emergente e super emergente.

Depois de uma edição de 2025 esgotada e de sete edições a crescer organicamente ao lado dos artistas e da cena independente nacional, a organização quis manter a ambição intacta. Daí a aposta no formato de tudo ou nada: se a meta não for atingida, todas as doações são devolvidas.

Recompensas há para todos os níveis de apoio, desde 5€ até passes vitalícios, passando por bilhetes diários e passes gerais. Quem contribuir com 5€ recebe um vale de bebida à entrada do festival, apenas com indicação do nome. A conta é simples: com pequenas contribuições de todos, o montante mínimo necessário será ultrapassado.

Para já, o festival conta com o apoio da BOTA, que acolheu o evento nos últimos dois anos, e de media partners como a Antena 3, a Música Sem Capa, a Altamont, o Headliner e o Vox Pop Music Zine. A campanha está disponível em ppl.pt/FestivalEmergente2026.

A programação, além dos oito artistas a escolher por Open Call, tem já confirmados Calcutá, Kalashnicoles, Ana de Llor, Rossana, Acid Acid, Them Flying Monkeys, Cat Soup e Travo.



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